Brava Energia (BRAV3) tem prejuízo de R$ 588 milhões no 4º trimestre, queda de 43%
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
📃 A Brava Energia (BRAV3) comunicou oficialmente que iniciou a produção de petróleo no campo FPSO Atlanta, situado na bacia de Santos, no dia 1º de janeiro. A autorização para o início da produção foi concedida pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) no dia 30 de dezembro.
Segundo a empresa, após a conexão e início da produção nos dois primeiros poços, a taxa de extração estabilizou-se em aproximadamente 20 mil barris de petróleo por dia. Com esse feito, a companhia tornou-se a pioneira entre as empresas independentes de petróleo e gás do Brasil a desenvolver.
“O primeiro óleo de Atlanta é um marco para a Brava e reafirma nossa estratégia de geração de valor. A Brava é a primeira e única empresa independente do País a desenvolver um sistema greenfield de produção em águas profundas. Trabalhamos muito para chegar a esse momento”, disse em nota o presidente da petroleira, Décio Oddone.
💸 Além disso, a Brava Energia investirá US$ 1,2 bilhão no FPSO Atlanta, o campo tem capacidade para produzir 50 mil barris de petróleo por dia, tratar 140 mil barris de água e armazenar 1,6 milhão de barris.
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Na primeira fase chamada de "Sistema Definitivo", com previsão de conclusão até meados de 2025, seis poços serão conectados ao FPSO Atlanta. Essa nova configuração substituirá o FPSO Petrojarl I, que atualmente opera com três poços no Sistema de Produção Antecipada.
“Atlanta é um projeto notável e a sua concretização representa o alcance de um dos nossos principais objetivos de curto prazo. O Sistema Definitivo aumentará substancialmente a produção e a resiliência da companhia”, disse o diretor de Operações Offshore da Brava, Carlos Mastrangelo.
📃 Cabe lembrar que dias atrás a empresa também retomou a produção no campo de Papa-Terra. A produção no campo foi suspensa em 4 de setembro, a pedido da ANP, para que a companhia prestasse esclarecimentos sobre o número de pessoas a bordo e sobre as atividades de manutenção em curso.
“Durante a parada de produção, foram obtidos avanços significativos na campanha de manutenção e recuperação de integridade das unidades de produção em Papa-Terra, permitindo o planejamento do melhor aproveitamento do reservatório com a futura ampliação da sua produção”, diz o comunicado.
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
Caso todos os requisitos sejam atendidos, a expectativa da Brava é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.
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