Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 365 mi em JCP; veja como receber
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
🚨 A Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da marca Vivo, recebeu sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para concluir a compra de 50% da Fibrasil, sua joint venture de rede neutra de fibra óptica.
A aprovação foi concedida sem restrições, segundo despacho da Superintendência-Geral do Cade publicado nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União.
O acordo, anunciado em julho, prevê o pagamento de R$ 850 milhões em parcela única no fechamento da operação.
A fatia era anteriormente detida pelo fundo canadense La Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), que dividia o controle da Fibrasil com a Vivo.
Com a transação, a Vivo passará a deter 100% do capital da Fibrasil, ampliando sua autonomia sobre os ativos de infraestrutura e redes neutras no país, um movimento visto como estratégico para impulsionar o crescimento da empresa no segmento de banda larga.
➡️ Leia mais: BB (BBAS3) sofre novo baque e pode não cumprir meta de lucro, alerta JPMorgan
O investimento reforça o posicionamento da operadora no mercado de fibra óptica, que é apontado por analistas como uma das principais alavancas de crescimento das teles nos próximos anos.
A tecnologia é considerada mais eficiente, estável e escalável do que as redes legadas de cobre, e é peça central na digitalização de serviços e aumento da base de usuários conectados.
Atualmente, a Vivo já atende cerca de 30 milhões de domicílios e empresas com cobertura de fibra em 444 municípios, tendo alcançado a marca de 7,2 milhões de clientes conectados com essa tecnologia.
Ao assumir integralmente a Fibrasil, a companhia ganha mais flexibilidade para avaliar futuras oportunidades de expansão, seja por meio da ampliação da própria rede ou da comercialização do modelo de rede neutra para outras operadoras e provedores regionais.
📊 A decisão do Cade também sinaliza um ambiente regulatório favorável a movimentos de consolidação e verticalização no setor de telecomunicações, que vem passando por uma transformação profunda nos últimos anos.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
A operadora passou a oferecer parcelamento em até 21 vezes para a compra de aparelhos celulares, acessórios e eletrônicos em geral.
Mercado brasileiro mais concentrado ajuda desempenho da operadora; JP Morgan, porém, escolhe concorrente.
Empresa de telefonia, dona da marca Vivo, pagará juros sobre o capital próprio (JCP).
A dona da Vivo aprovou mais uma redução de capital, mediante restituição aos acionistas.
O executivo assumirá novas responsabilidades como Chief Financial Officer.
A base de clientes pós-pagos aumentou 6,5% em 12 meses.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária registrada até o fechamento do pregão de 23 de fevereiro de 2026.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?