Telefônica Brasil (VIVT3) já separa R$ 200 milhões aos acionistas para 2027
Empresa de telefonia, dona da marca Vivo, pagará juros sobre o capital próprio (JCP).
A Vivo Ventures (VIVT3), subsidiária de capital de risco da operadora de telefonia, fez o que já é considerado seu maior aporte da história. Foram investidos R$ 35 milhões na startup Asaas, uma fintech focada em soluções para pequenas e médias empresas.
O objetivo do aporte é estabelecer parceria entre as duas empresas, que têm sinergias no sentido de um mesmo público-alvo. A ideia da Vivo é que, fazendo parte do capital social da startup, possa oferecer produtos e serviços para os seus clientes já na assinatura de um contrato de telecomunicação, por exemplo.
“Estamos pensando em novas formas de monetizar essa base PJ com o grande potencial de integração em relação à plataforma da Asaas, focada em solução de cobranças, antecipações de recebíveis e outros serviços financeiros para PMEs”, diz Phillip Trauer, diretor da Vivo Ventures e da Wayra Brasil.
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Atualmente, a Vivo conta com mais de 1,7 milhão de clientes classificados no segmento de pequenas e médias empresas. Ainda não há um escopo definido sobre as operações, mas ambas as empresas trabalham para aproveitar as forças da outra.
“É um mercado ainda muito mal servido por tecnologia em gestão. A empresa resolve uma dor importante para esse pequeno empresário”, afirma João Vitor Possamai, CFO do Asaas, ao portal NeoFeed. “É um ganha-ganha. Eles vão conseguir monetizar nossa base de PMEs. E, do nosso lado, vamos alcançar uma capilaridade gigantesca”, continua.
O investimento da Vivo acontece no momento em que os aportes de VC na América Latina apresentam uma baixa importante. No primeiro semestre, houve uma redução de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados da Distrito.
Entre janeiro e junho, as startups da região receberam o equivalente a US$ 735 milhões em investimentos. O Brasil foi o destino de mais da metade desses recursos, seguido do México.
As fintechs continuam liderando a lista dos investimentos, seja em volume quanto em quantidade. As plataformas de crédito e de meios de pagamento são as que mais chamam a atenção dos investidores, ainda de acordo com o mapa da plataforma de VC.
Empresa de telefonia, dona da marca Vivo, pagará juros sobre o capital próprio (JCP).
A dona da Vivo aprovou mais uma redução de capital, mediante restituição aos acionistas.
O executivo assumirá novas responsabilidades como Chief Financial Officer.
A base de clientes pós-pagos aumentou 6,5% em 12 meses.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária registrada até o fechamento do pregão de 23 de fevereiro de 2026.
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Empresa manterá serviço apenas em cidades sem concorrência, conforme acordo fechado com a Anatel.
A medida segue a diretriz adotada no ano passado, quando o conselho aprovou outra redução de capital no valor de R$ 2 bilhões.
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