Vivo (VIVT3) confirma novo pagamento de JCP em 2025; veja quem recebe
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
💲 A Telefônica Brasil (VIVT3), por meio do seu fundo de Corporate Venture Capital, Vivo Ventures, adquiriu uma participação minoritária de 0,9% na AGL Holding, sociedade controladora da Agrolend. O investimento, no valor de US$ 1,55 milhão, será realizado em até 20 dias úteis, após a assinatura dos documentos definitivos.
A aquisição da participação na Agrolend não terá um impacto material nos resultados financeiros do Vivo Ventures ou da Telefônica Brasil. Além disso, a transação foi concluída de acordo com os termos acordados, sem a possibilidade de ajustes no valor ou de condições adicionais para sua efetivação.
A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, anunciou um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no segundo trimestre de 2024, representando um crescimento de 8,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse resultado positivo reflete a expansão contínua dos serviços de telecomunicações da empresa.
💰 A empresa apresentou um resultado operacional sólido no segundo trimestre de 2024, com um Ebitda ajustado de R$ 5,5 bilhões, o que representa um aumento de 7,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a margem Ebitda se manteve em 39,9%.
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Segundo a Vivo, o lucro aumentou por causa de um melhor resultado operacional e de custos financeiros menores enquanto o crescimento do lucro operacional foi impulsionado pela venda de serviços de celular, que aumentou 8,8%.
Na outra ponta, a companhia registrou uma receita de R$ 13,7 bilhões no segundo trimestre, com um crescimento de 7,4%. Esse resultado foi impulsionado pelo aumento nas vendas de serviços móveis e pela forte demanda por internet de fibra óptica.
💸 Os custos da Vivo aumentaram, mas de forma controlada, acompanhando o crescimento das receitas. Já a dívida total da empresa ao final do trimestre foi de R$ 11,3 bilhões.
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Empresa manterá serviço apenas em cidades sem concorrência, conforme acordo fechado com a Anatel.
A medida segue a diretriz adotada no ano passado, quando o conselho aprovou outra redução de capital no valor de R$ 2 bilhões.
O montante representa R$ 0,23438598401 por ação, segundo documento da empresa.
O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026, em data a ser definida posteriormente pela diretoria.
A medida faz parte de uma reorganização societária e operacional que busca simplificar estruturas.
Os números vieram acima das expectativas de analistas consultados pela LSEG, que projetavam um lucro de R$ 1,7 bilhão.
A fatia era detida pelo fundo La Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), que dividia o controle da Fibrasil com a Vivo.
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