Cade libera operação da United na Azul (AZUL4) e destrava saída do Chapter 11
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
🚨 A S&P Global Ratings revisou para cima a classificação de crédito da Azul (AZUL4), elevando a nota global da companhia aérea para “CCC+” ante a anterior “SD” (default seletivo).
A atualização, divulgada nesta sexta-feira (31), ocorre poucos dias após a agência ter rebaixado a avaliação da empresa, refletindo os impactos das recentes movimentações financeiras da Azul.
A decisão da S&P leva em consideração uma série de fatores, incluindo a troca de dívida, renegociação de passivos relacionados a arrendamentos e a emissão de notas superprioritárias.
Essas medidas fortaleceram a liquidez da empresa e reduziram parte do endividamento, embora a volatilidade econômica ainda represente um desafio para a geração de caixa da companhia.
A agência de classificação de risco destacou que a perspectiva para o rating da Azul é positiva, refletindo a expectativa de que a ampliação da capacidade operacional e o ambiente favorável para tarifas possam sustentar margens sólidas de Ebitda.
Com isso, espera-se que a alavancagem da companhia caia para um patamar inferior a cinco vezes, enquanto a relação entre o fluxo de caixa das operações (FFO) e a dívida deve atingir ou superar 10% até o final do ano.
No cenário doméstico, a S&P também melhorou a classificação da Azul em escala nacional, que passou de “SD” para “brBB+”.
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O movimento sinaliza uma visão mais otimista sobre a capacidade da companhia de administrar sua estrutura de capital e melhorar sua saúde financeira ao longo dos próximos meses.
A reestruturação da Azul ocorre em um momento de recuperação para o setor aéreo, que tem enfrentado desafios como o aumento dos custos operacionais e a volatilidade no câmbio.
A melhora na classificação de crédito pode facilitar o acesso da companhia a novas fontes de financiamento e fortalecer sua posição competitiva no mercado brasileiro.
📊 No entanto, analistas alertam que a sustentabilidade financeira da Azul ainda depende de variáveis externas, incluindo o comportamento da demanda por passagens aéreas e as condições macroeconômicas.
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a companhia aérea deve sair do Chapter 11 nos próximos 30 dias.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
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