Vibra Energia (VBBR3) é compra ou venda com petróleo encarecendo diesel e gasolina?
Analista da corretora Ativa Investimentos revela sua recomendação para a distribuidora de combustíveis em 2026.
Em 2019, o governo de Jair Bolsonaro privatizou a BR Distribuidora, que era a subsidiária da Petrobras (PETR4) para distribuição de combustíveis no país. Na época, a venda da estatal foi alvo de críticas dos adversários políticos, que enxergavam a companhia como um ativo estratégico para a manutenção dos preços dos combustíveis.
Sete anos depois, essa virou uma das principais bandeiras do governo Lula, que agora pensa em maneiras de retomar a atuação na distribuição. A crise em torno da guerra no Irã, que elevou o preço do petróleo ao redor do mundo, só foi a gota d’água.
Na semana passada, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), destacou que o aumento da competitividade é fundamental e admitiu que o governo estuda modelos para voltar ao segmento. Neste primeiro momento, a Petrobras é carta fora do baralho, já que, por regra do contrato fechado junto à hoje chamada de Vibra Energia (VBBR3), a estatal não pode ser uma competidora até 2029, quando se completam 10 anos da privatização. No entanto, o governo pode criar uma nova empresa ou mesmo usar outra marca já aberta para entrar neste segmento.
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"Podemos pensar em outros modelos, mas isso tudo ainda será discutido. Nada que possa ser anunciado ou esteja público até agora. Mas é evidente que é preciso e eu vou insistir nisso: a Petrobras nunca teve na distribuição, ao varejo, o domínio absoluto", avaliou Costa. Os projetos ganham maior aceleração neste momento, que antecede o período eleitoral, com a eventual candidatura de Lula ao quarto mandato. O preço dos combustíveis deve ser um dos temas da campanha, então o governo não só precisa mostrar soluções aos eleitores, como entregar projetos prontos.
No Parlamento, parte da base aliada começa uma campanha para a reestatização da BR Distribuidora, mas ainda não está claro se o governo deve defender essa bandeira. “[É importante] “garantir que o combustível seja tratado como interesse nacional e não como mercadoria sujeita à especulação do mercado”, afirma o deputado federal Pedro Uczai (PT), que encabeça o projeto.
Ao que tudo indica, uma possível reestatização nem assusta os investidores da Vibra, que vê suas ações desfrutarem de um bom momento na bolsa. Desde o começo deste ano, a empresa entrega valorização de 15% aos investidores, com um valor de mercado na casa de R$ 35 bilhões, conforme dados da B3.
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A medida tem como objetivo preservar a segurança de pessoas e patrimônios, além de prevenir possíveis impactos ambientais.
Teixeira é formado em Engenharia Eletrônica pela UFRJ e tomará posse no dia 2 de fevereiro.
O valor será descontado dos dividendos obrigatórios do período.
O Ebitda ajustado somou R$ 1,8 bilhão, redução de 9,1% em relação ao 3T24.
A projeção foi reduzida de R$ 1,3 bilhão para o intervalo de R$ 1,05 bilhão a R$ 1,15 bilhão.
S&P destaca melhora dos resultados da Vibra e ainda vê espaço para mais dividendos.
Distribuidoras de combustíveis podem ampliar mercado e melhorar preços após descoberta de esquema fraudulento no setor, avalia o BTG.
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