Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O Ibovespa, principal índice acionário da Bolsa brasileira, fechou nesta quinta-feira (29), em baixa de 0,87%, aos 129.020,02 pontos e com volume negociado de R$ 28 bilhões.
A Petrobras (PETR3; PETR4) exerceu pressão sobre o mercado acionário brasileiro pelo segundo dia consecutivo, devido às preocupações relacionadas aos dividendos da empresa.
Embora tenha afirmado que nenhuma decisão foi tomada ainda sobre a distribuição de proventos não declarados, os comentários do presidente da estatal, Jean Paul Prates, continuam a influenciar o mercado.
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Em entrevista à Bloomberg News, Prates destacou a necessidade de cautela por parte da Petrobras em relação à distribuição de dividendos, à medida que busca expandir sua atuação no setor de energia renovável. Quanto a um eventual pagamento extraordinário de proventos, Prates preferiu não comentar diretamente, afirmando apenas a importância da cautela e confiança dos acionistas.
Os papéis dos grandes bancos também estão entre os afetados no Ibovespa. As ações do Itaú (ITUB4) está entre as quedas, quando recuou 2,79% na sessão. Ainda, os ativos preferenciais do Bradesco (BBDC4) cederam 1,36% e os ordinários (BBDC3), 1,28%. Santander (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3) também registram perdas de 1,86% e 1,67%, respectivamente.
O dia foi desfavorável também para as ações do Pão de Açúcar (PCAR3), que estão em um movimento de realização após um período de fortes ganhos, enquanto as ações da Ambev (ABEV3) caem mais de 6% após a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2023.
Em contrapartida, as ações da Petz (PETZ3) apresentam a maior alta do dia no índice. A varejista está próxima de encerrar fevereiro como a melhor performance do Ibovespa, acumulando ganhos superiores a 28% no mês e avançando 6,33% em 2024.
O dólar subiu 0,05% frente ao real na sessão, aos R$ 4,97. Já o euro caiu 0,22% no período, aos R$ 5,37. Em Nova York, S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram 0,52%, 0,12%, 0,9%, respectivamente.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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