Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
Na noite de terça-feira (1º), a Oi (OIBR3) informou ao mercado que protocolou um pedido para um adiamento da sua recuperação judicial. A proposta busca estender os prazos para quitação de dívidas trabalhistas e com fornecedores, devido à não concretização dos resultados esperados com o plano de recuperação até o momento.
A proposta, que inclui a Oi S.A., a Portugal Telecom International Finance BV e a Oi Brasil Holdings Cooperatief UA, visa à redução de custos imediatos, diante do reconhecimento, pela nova gestão, da frustração de premissas regulatórias, financeiras e mercadológicas assumidas pela antiga administração.
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“A proposta também visa a redução do endividamento, de forma a aumentar a disponibilidade de recursos imediatos para manutenção das atividades da Companhia e garantir um fôlego financeiro para que a nova gestão possa adequar a estrutura de capital do Grupo Oi conforme a realidade financeira da companhia”, diz a empresa.
Ainda segundo o comunicado, a proposta será, oportunamente, levada à votação da Assembleia Geral de Credores e, em seguida, à homologação judicial, conforme determina a legislação aplicável. O documento destaca que os termos, condições e medidas incluídas na proposta ainda podem ser alterados.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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