Ibovespa fecha em patamar recorde pelo 3º dia consecutivo
O dólar fechou com leve queda de 0,07%, aos R$ 5,48.

O Ibovespa bateu recordes pelo terceiro dia consecutivo nesta quarta-feira (21), alcançando o patamar inédito dos 137 mil pontos.
📈 O principal índice da B3 tocou nos 137.039,54 pontos por volta das 11h desta quarta-feira (21), renovando a sua máxima histórica, que era de 136.329,79 pontos.
Depois disso, o Ibovespa cedeu um pouco. Ainda assim, fechou com alta de 0,28%, aos 136.463 pontos, no maior patamar de fechamento já registrado até então.
💵 Já o dólar oscilou durante o dia e fechou com uma leva queda de 0,07%, aos R$ 5,48.
Nesta quarta-feira (21), o mercado reagiu, sobretudo, à ata da última reunião do Fed (Federal Reserve). O documento mostrou que os diretores do Banco Central dos Estados Unidos estão dispostos a cortar os juros em setembro, caso os próximos dados de inflação venham dentro do esperado.
A revisão de dados do mercado de trabalho americano também contribuiu com as chances de corte de juros. Isso porque os Estados Unidos geraram 818 mil empregos a menos do que o informado anteriormente nos 12 meses encerrados em março. E o Fed já indicou que uma desaceleração do mercado de trabalho pode levar à flexibilização da política monetária.
EUA
Com a chance de corte de juros ganhando força, as bolsas americanas também tiveram um dia de ganhos. Veja:
- Dow Jones: 0,13%;
- S&P 500: 0,42%;
- Nasdaq: 0,57%.
Altas
As siderúrgicas também ajudaram o Ibovespa nesta quarta-feira (21), impulsionadas pela recuperação dos preços internacionais do minério de ferro. A Vale (VALE3), por exemplo, avançou 1,92%. Já a Gerdau (GGBR4) saltou 3,83% e a CSN Mineração (CMIN3), 3,80%.
Destaque ainda para a CVC (CVCB3), que disparou 12,75% depois que a gestora de recursos WNT ampliou a participação na empresa.
A maior alta do dia na bolsa, contudo, foi da Priner (PRNR3), que avançou 15,76% com a aquisição da Real Estruturas, a maior da sua história.
Veja outras altas do dia:
- Petz (PETZ3): 7,07%;
- Marfrig (MRFG3): 2,13%;
- B3 (B3SA3): 0,47%.
Baixas
Por outro lado, a Petrobras (PETR4) caiu 0,40%, no terceiro dia consecutivo de queda. O recuo reflete a baixa dos preços internacionais do petróleo, que também afetou as petroleiras juniores da B3. A Prio (PRIO3), por exemplo, perdeu 2,05% e a 3R Petroleum (RRRP3), -1,60%.
Os bancos também tiveram um dia negativo. Destaque para o Bradesco (BBDC4), que recuou 0,45%.
A maior queda do dia, no entanto, foi da Americanas (AMER3), que perdeu 11,11% e fechou com a ação cotada a R$ 0,08, uma nova mínima histórica.
Veja outras baixas do dia:
- Assaí (ASAI3): -3,42%;
- Cogna (COGN3): -2,11%;
- Eztec (EZTC3): -2,09%.

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