Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
Nesta sexta-feira (9), o Ministério de Minas e Energia enviou um ofício indicando a recondução dos seis membros que representam a União no conselho de administração da Petrobras (PETR4).
O documento foi enviado mesmo com as recentes notícias de interesse da atual administração da Petrobras em indicar outros nomes, segundo a "Reuters".
A indicação de membros ao colegiado da companhia é de responsabilidade da pasta de Minas e Energia, liderada por Alexandre Silveira (PSD), que já fez críticas públicas para a Petrobras, presidida por Jean Paulo Prates, ex-senador pelo PT.
“Entre agradar Jean Paul e cumprir o compromisso do governo com a sociedade brasileira de gerar emprego, oportunidade e [reduzir] desigualdade, eu prefiro que ele feche a cara e que nós possamos lograr êxito“, disse Silveira em 2023.
Prates respondeu às críticas de Silveira e afirmou que a estatal "não tem interesse em sonegar" a oferta do produto e acrescentou que "não adianta nem careta nem sorriso, adianta trabalhar junto e convergir".
Agora, os seis nomes indicados para recondução deverão ser novamente avaliados pelo Comitê de Elegibilidade (Celeg) da Petrobras, em que devem passar por teste de integridade e governança.
A eleição do colegiado ocorrerá no dia 25 de abril, em Assembleia Geral Ordinária de acionistas. Os nomes que serão reconduzidos como representantes são dos conselheiros Jean Paul Prates, Vitor Saback, Renato Galuppo, Sergio Machado Rezende, Bruno Moretti e Pietro Mendes, como presidente e membro do conselho.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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