Dexco (DXCO3) aprova contrato com ativos florestais; veja detalhes
O investidor institucional passará a deter uma participação minoritária no capital social da Jatobá.
🗳️ A Dexco (DXCO3) informa aos seus acionistas nesta quarta-feira (23) que finalmente o conselho de administração da companhia chegou a uma decisão sobre a sucessão da presidência da empresa.
Após um período de 12 meses de análise, o senhor Raul Guimarães Guaragna, atual vice-presidente da Unidade de Negócios Louças, Metais e Revestimentos, foi nomeado o novo CEO da Dexco.
Dessa maneira, a partir da assembleia geral ordinária de acionistas de abril de 2025, o atual presidente da companhia, o senhor Antonio Joaquim de Oliveira, deixará a função após atingir o limite de idade de um diretor estatutário para permanecer no cargo.
"Esta nomeação visa a continuidade da liderança e a manutenção do alto padrão de governança corporativa da empresa", destaca Guilherme Setúbal, diretor de relações com investidores da Dexco.
Ou seja, Antonio e Raul irão, a partir de hoje até abril de 2025, trabalhar conjuntamente em um processo de transição, co-liderando as principais frentes de trabalho, de forma que os projetos em andamento sejam mantidos e os resultados esperados atingidos.
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Raul Guaragna tem 53 anos e está na Dexco há três anos, durante os quais teve a oportunidade de conduzir com êxito tanto o Negócio Madeira, como atualmente o Negócio Louças, Metais e Revestimentos.
Com mais de 28 anos de sólida experiência profissional e vivência em Operações (Industrial e Supply Chain), Comercial, ESG, Transformação Cultural e Digital, Raul atuou em grandes empresas dos mais variados segmentos.
Entre algumas passagens, ele atuou em Brahma, Souza Cruz, Embraer, International Paper (onde conheceu o setor florestal e de celulose) e, por último, a Tereos, uma empresa do setor sucroenergético.
É graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP, tem uma especialização em Supply Chain pela Fundação Vanzolini/USP e MBA internacional pela FIA/USP.
O investidor institucional passará a deter uma participação minoritária no capital social da Jatobá.
Com a operação, o capital social da companhia passa de R$ 3,37 bilhões para R$ 4,37 bilhões.
O pagamento será feito até 31 de dezembro deste ano.
O objetivo da incorporação é simplificar e tornar mais eficiente a estrutura societária do grupo e da Companhia.
O valor dos proventos será correspondente a R$ 0,071 por ação ordinária.
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