Camil (CAML3): BTG aposta em alta de 81% com o fim do “arroz barato”
A Camil divulga seus resultados trimestrais no dia 14 de janeiro, e o mercado espera a confirmação da recuperação da empresa.
🌾 A Camil Alimentos (CAML3) informa ao mercado nesta quinta-feira (5) que adquiriu indiretamente o controle do grupo paraguaio Villa Oliva Rice, um dos maiores produtores de arroz do país vizinho.
Conforme a empresa, o negócio foi possível através da compra de 80% das ações representativas do grupo Villa Oliva Rice, feita pelo CEO da Camil Alimentos, Luciano Quartiero, também membro da família controladora da companhia.
Nos detalhes do anúncio, é dito que a companhia paraguaia é dona de imóveis rurais, atividades agrícolas e operações industriais e ativos relacionados à produção, industrialização, beneficiamento e comercialização de arroz.
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A apuração do Investidor10 aponta que o grupo Villa Oliva Rice detém aproximadamente nove mil hectares de terras, produzindo oito toneladas de arroz por hectare. Em termos anuais, a produção de arroz chega a superar 70 mil toneladas, com atividades desde 2014.
🚜 O documento apresentado ao mercado não revela quanto a Camil Alimentos pagou nesta aquisição, já que posteriormente o CEO venderá toda a parte industrial à empresa, em cumprimento com as exigências legais paraguaias existentes.
De toda forma, essa aquisição no Paraguai marca a abertura das porteiras da Camil Alimentos para além do agronegócio brasileiro.
A Camil divulga seus resultados trimestrais no dia 14 de janeiro, e o mercado espera a confirmação da recuperação da empresa.
Datas de corte variam e ampliam o acesso aos proventos; valores serão pagos trimestralmente.
Conhecida por colocar arroz e feijão na mesa dos brasileiros, acionistas se preparam para bolada em dinheiro.
O Ebitda (lucro antes juros) somou R$ 250,6 milhões, queda de 12,9%.
A empresa concluiu ainda a reorganização societária que garante à Camilatam a exclusividade na posse dos ativos industriais.
Empresa alimentícia remunera os seus acionistas em dose dupla e o dinheiro cai na conta no próximo dia 11 de setembro.
Empresa alimentícia divulga resultados referentes ao período compreendido entre março e maio de 2025.
Segundo o banco, o cenário é de desaceleração nos lucros e margens pressionadas, em um período que inspira mais cautela por parte dos investidores.
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