BRB aciona STF para liberar recursos de carteiras do Master que estão bloqueados
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
🚨 O Banco de Brasília - BRB (BSLI4) abandonou os planos de adquirir o Banco Master, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
A decisão ocorre após o Banco Central vetar, no mês passado, a proposta de aquisição de 58% das ações da instituição, que enfrenta dificuldades financeiras.
Fontes afirmam que o BRB avaliou a possibilidade de apresentar uma nova oferta, mas concluiu que os obstáculos regulatórios se manteriam, tornando o negócio inviável.
O banco, controlado pelo governo do Distrito Federal, optou por não fazer um anúncio público sobre a desistência, para evitar chamar atenção para a crise do Master.
O modelo de negócios do Banco Master se baseava fortemente na emissão de títulos de dívida com altos rendimentos, vendidos em plataformas de investimento e respaldados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) — que garante até R$ 250 mil por investidor em caso de falência da instituição.
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Enquanto isso, Daniel Vorcaro, controlador do Master, segue tentando levantar liquidez. Neste ano, o BTG Pactual (BPAC11) chegou a adquirir ativos do banco em um negócio estimado em R$ 1,5 bilhão.
Há também relatos de que uma seguradora do grupo está sendo vendida, mas Vorcaro e o Banco Central não comentaram.
📊 Nem o BRB nem o Banco Master se pronunciaram oficialmente sobre o caso até o momento.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
A discussão ocorre em momento delicado para o BRB, que enfrenta dificuldades após a crise do Banco Master.
A Caixa Econômica Federal estaria negociando a compra de carteiras de crédito do BRB, segundo reportagem de O Globo.
O risco apontado é que esses papéis possam ser cancelados para absorver prejuízos, o que implicaria perda integral para o investidor.
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