Cade libera operação da United na Azul (AZUL4) e destrava saída do Chapter 11
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
💰 A companhia aérea Azul (AZUL4) concluiu na última quarta-feira (23) sua oferta pública primária de ações preferenciais, levantando R$ 1,66 bilhão com a emissão de 464.089.849 novas ações. O preço por ação foi fixado em R$ 3,58. Com isso, o capital social da Azul passará a ser de R$ 7,13 bilhões, dividido em 2.128.965.121 ações ordinárias e 896.039.753 ações preferenciais.
A negociação das ações e dos bônus de subscrição da oferta na B3 terá início em 25 de abril de 2025, enquanto a liquidação física e financeira está prevista para o dia 28. Já o lançamento dos bônus de subscrição nas contas de custódia dos subscritores será realizado no dia 29 de abril.
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🤑 No comunicado enviado ao mercado, a Azul disse que o follow-on tem como meta, além de conseguir novos recursos financeiros para a empresa, aperfeiçoar a estrutura de capital no futuro e ampliar a liquidez, a possibilidade de promover a capitalização compulsória de títulos de dívida com vencimento em 2029 e 2030.
Além disso, o comunicado chega dias após a empresa ter seu aumento de capital parcial aprovado pelo Conselho de Administração, totalizando R$ 3,082 bilhões, mediante a subscrição e integralização de 96 milhões de novas ações preferenciais. Com a aprovação parcial, o capital social chegou a R$ 5,398 bilhões, distribuídos em 929 milhões de ações ordinárias e 431,8 milhões de ações preferenciais.
A empresa encerrou o 4º trimestre de 2024 com um prejuízo líquido de R$ 3,9 bilhões, revertendo o lucro anterior de R$ 403,3 milhões obtido no mesmo trimestre de 2023. Por outro lado, o lucro líquido ajustado chegou a R$ 62,4 milhões, superando o prejuízo líquido ajustado de R$ 270,5 milhões em 2023.
Excluindo o direito de conversão das debêntures conversíveis e ajustando os resultados de derivativos não realizados e moeda estrangeira, a linha ajustada apresentou um Ebitda de R$ 1,9 bilhão no período, um crescimento anual de 33%.
Já a margem Ebitda alcançou 35,2%, registrando um aumento de 6 pontos percentuais em comparação com o ano anterior. A companhia ressaltou que esse progresso foi alcançado apesar de uma taxa de câmbio média 18% mais alta. “Mais uma vez, demonstramos claramente nossa capacidade de continuar expandindo margens, apesar do câmbio mais elevado”, diz o documento.
Com a operação, a participação da United na Azul subirá de 2,02% para cerca de 8%, reforçando apoio ao plano de reestruturação financeira.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a companhia aérea deve sair do Chapter 11 nos próximos 30 dias.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
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