Ouro bate recorde acima de US$ 4.800 por onça, com ajudinha de Trump
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A Aura Minerals (AURA33) informou na última terça-feira (15) que definiu o preço de sua oferta pública inicial de 8.100.510 ações ordinárias nos EUA (Estados Unidos), a US$ 24,25 por papel, totalizando US$ 196,4 milhões (R$ 1,091,6 bilhão). Segundo a empresa, o movimento busca migrar sua listagem principal para uma bolsa americana, com o objetivo de aumentar a liquidez.
💸 "Os principais objetivos desta oferta são transferir o principal local de listagem da Aura para uma bolsa de valores nos Estados Unidos, o que a Companhia acredita que aumentará a liquidez de suas ações ordinárias, bem como fortalecerá e diversificará sua base de acionistas por meio de um acesso mais amplo aos mercados de capitais globais", diz o documento da companhia.
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Além disso, os valores arrecadados serão utilizados para antecipar o pagamento da compra da Mineração Serra Grande S.A., viabilizar os projetos Era Dorada e Matupá, explorar o potencial de ampliação das reservas minerais e cobrir custos corporativos. A negociação das ações na Nasdaq Global Select Market terá início em 16 de julho de 2025, sob o código “AUGO”. A oferta ainda prevê uma opção de 30 dias para a aquisição de até 1.215.077 ações adicionais por parte dos subscritores.
"Os direitos de preferência dos acionistas em emissões de novas ações, como a realizada no contexto da oferta em questão, estão expressamente excluídos, de acordo com o memorando e o estatuto social da Companhia. Não haverá direito de preferência para os detentores de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) em conexão com a oferta pública", diz o comunicado.
A Aura Minerals reportou prejuízo de US$ 73,2 milhões no 1º trimestre de 2025, resultado pior do que o prejuízo de US$ 9,2 milhões registrado no mesmo período de 2024. De acordo com a empresa, o desempenho reflete principalmente um aumento nas despesas financeiras, puxado por perdas não realizadas em operações de hedge de ouro, que somaram US$ 100,2 milhões.
💰 Já a receita líquida atingiu US$ 161.804 no 1T25, alta de 23% em relação ao 1T24, impulsionada por maior volume de vendas e valorização do ouro, mas queda de 6% em comparação ao 4T24, devido à redução nas vendas. O Ebitda (lucro antes de juros) totalizou US$ 81,4 milhões no 1T25, um crescimento anual de 53%. Já o resultado financeiro da companhia foi de US$ 121,6 milhões no primeiro trimestre, comparado aos US$ 9,8 milhões registrados no 4T24.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
O pagamento será efetuado em 21 de novembro de 2025
O volume representa aumento de 16% frente ao trimestre anterior.
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