2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
📊 Depois de decidir por um corte de juros mais tímido, de 0,25%, o Copom (Comitê de Política Monetária) explicou como foi a decisão entre os diretores.
Na ata publicada nesta terça-feira (14), o órgão destacou que a decisão pelo corte se deu em uma votação de 5 votos a favor e 4 contra. Houve divergência entre os membros sobre o ritmo de redução, mas não sobre a necessidade do corte, considerando um possível risco de credibilidade caso a decisão fosse diferente da sinalização na reunião anterior.
"Todos os membros concordaram que a adoção de uma política monetária mais contracionista, mais cautelosa e sem indicações futuras sobre os próximos movimentos mostrava-se mais apropriada diante do cenário global incerto e do cenário doméstico marcado por resiliência na atividade e expectativas desancoradas", disse o Copom no documento.
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Os quatro diretores que votaram contra a redução de 0,25% tinham interesse em um corte maior, conforme havia sinalizado a instituição na última ata. Gabriel Galípolo, Paulo Picchetti, Ailton Aquino e Rodrigo Teixeira votaram para um corte de 0,5%, enquanto os votos de Roberto de Oliveira Campos Neto (presidente), Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes venceram.
Segundo a ata, a unanimidade entre os votantes também esteve relacionada ao cenário econômico global incerto. Eles entendem que a política econômica deve se manter em retração até que seja registrada uma desinflação e uma ancoragem em relação às metas.
“O Comitê também reforça, com especial ênfase, que a extensão e a adequação de ajustes futuros na taxa de juros serão ditadas pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta”, pontuaram.
A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros (Selic) para 10,50% foi publicada na última quarta-feira (8). Esse foi o sétimo corte consecutivo desde agosto de 2023, quando o Banco Central fez o primeiro corte.
A meta inflacionária para este ano no Brasil é de 3%, mas o Banco Central tem uma margem de 1,5% para mais ou menos. Segundo dados do Boletim Focus, publicado nesta segunda (13), o mercado espera uma inflação entre 3,72% e 3,76% em 2024, patamar que estaria dentro do previsto pelo BCB.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
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