Oi (OIBR3): Superintendência do Cade aprova venda de serviços telefônicos à Método
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A AGC (Assembleia Geral de Credores) da Oi (OIBR3), marcada para esta terça-feira (5), foi suspensa. A reunião, que discutiria a aprovação do novo plano de recuperação judicial da companhia, agora será retomada no dia 25 de março.
📞 A maioria dos credores aprovou a suspensão da reunião após intervalo de uma hora, solicitado pela empresa, para que os administradores e as companhias pudessem interagir e conversar sobre as alterações no documento. Com o anúncio da suspensão, por volta das 15h, as ações da empresa recuavam 1,96%, cotadas a R$ 1,00.
Leia também: Oi (OIBR3) aprova plano de recuperação judicial com captação de até US$ 650 mi
Na segunda-feira (4), a Justiça do Rio de Janeiro chegou a indeferir o pedido apresentado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que pretendia adiar a AGC da empresa.
Com dívidas de R$ 44,3 bilhões, contraídos com cerca de 159 mil credores, esta já é a segunda vez que a Oi entra em processo de recuperação judicial, sendo a primeira tentativa apresentada em maio de 2023.
O novo plano, que deveria ter sido votado hoje, prevê o financiamento de até US$ 650 milhões e a venda de ativos avaliados em mais de R$ 15 bilhões. Com a aprovação do plano, a expectativa é de que a dívida da empresa, seja reduzida em até 75%.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
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