O que são ativos financeiros e como classificá-los

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Publicado em 21/01/2026 às 10:47h - Atualizado Agora Publicado em 21/01/2026 às 10:47h Atualizado Agora por Carlos Filadelpho
O que são ativos financeiros e como classificá-los - Imagem: Shutterstock
O que são ativos financeiros e como classificá-los - Imagem: Shutterstock

Se você deseja fazer seu dinheiro render e alcançar seus objetivos financeiros, entender o que são ativos financeiros e como eles funcionam é o primeiro passo. 

São esses instrumentos que possibilitam a multiplicação do patrimônio, a geração de renda passiva e a proteção contra a inflação.

Por trás de cada aplicação, seja um título público, uma ação, um fundo imobiliário ou um CDB, existe um ativo financeiro com características próprias, que podem se encaixar (ou não) nos seus planos. 

Conhecer essas particularidades, saber como os ativos são classificados e entender como utilizá-los dentro de uma estratégia bem definida é o que diferencia um investidor iniciante de um investidor consciente e eficiente.Confira a seguir! 

O que são ativos financeiros?

Ativos financeiros são instrumentos que representam um direito de propriedade ou crédito. Na prática, tratam-se de aplicações de capital que, com o tempo, têm o potencial de gerar retorno financeiro. 

Eles existem no formato de contratos, títulos, registros eletrônicos ou ações, e não possuem forma física, como imóveis ou máquinas.

Exemplos práticos:
  • Ao investir em um título público, você empresta dinheiro ao governo em troca de uma remuneração futura.

  • Ao comprar ações, você se torna sócio de uma empresa e pode lucrar com seus resultados.

Principais características dos ativos financeiros:

  • Intangibilidade: não são palpáveis, mas possuem valor econômico reconhecido.

  • Liquidez variável: alguns podem ser resgatados rapidamente, outros exigem prazos maiores.

  • Potencial de rendimento: podem gerar retorno via juros, valorização ou proventos.

  • Risco: todos possuem algum nível de risco, inclusive os considerados mais seguros.

Qual a diferença entre ativos e passivos financeiros?

Entender a diferença entre ativos financeiros e passivos financeiros é essencial para quem deseja construir riqueza de forma sustentável.

✅ Ativos financeiros

  • Geram receitas;

  • Aumentam o seu patrimônio;

  • Trabalham a seu favor.

Exemplos: Investimentos, ações, títulos, fundos imobiliários.

❌ Passivos financeiros

  • Geram despesas;

  • Consomem o seu dinheiro;

  • Exigem pagamentos recorrentes.

Exemplos: Financiamentos, dívidas, cartão de crédito rotativo, parcelamentos.

Ter mais ativos do que passivos é o que define a saúde financeira de uma pessoa. Quem investe regularmente e mantém suas dívidas sob controle tem mais chances de acumular patrimônio e alcançar a liberdade financeira.

Como os ativos financeiros são classificados?

Os ativos financeiros podem ser classificados de várias maneiras, de acordo com a função que cumprem na carteira, com o tipo de rendimento que oferecem ou com o seu perfil de risco. 

Veja abaixo as classificações mais importantes:

1. Classificação por objetivo

a) Ativos de proteção (reserva de emergência)

São ativos com alta liquidez, baixo risco e rendimento estável. Servem para cobrir emergências, proteger o capital e garantir tranquilidade financeira.

Exemplos:

  • Tesouro Selic;

  • CDB com liquidez diária;

  • Fundos DI.

b) Ativos de crescimento de capital

Focados em multiplicar o patrimônio no médio e longo prazo, mesmo com maior risco.

Exemplos:

  • Ações de crescimento;

  • Fundos de ações;

  • Criptomoedas;

  • ETFs internacionais.

c) Ativos de geração de renda

Buscam gerar fluxo de caixa regular por meio de dividendos, aluguéis financeiros ou pagamentos de juros.

Exemplos:

2. Classificação por natureza

a) Renda fixa

  • Oferece retorno previsível, seja prefixado, pós-fixado ou híbrido;

  • É ideal para perfis mais conservadores;

  • Tem menor risco, mas também menor rentabilidade.

Exemplos: Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs, debêntures, CRIs e CRAs.

b) Renda variável

  • O rendimento depende do mercado, sem garantia de retorno;

  • É mais volátil, mas oferece maior potencial de lucro;

  • Requer estratégia e perfil mais tolerante ao risco e possíveis perdas.

Exemplos: Ações, FIIs, ETFs, BDRs, opções e criptoativos.

3. Classificação por emissor

a) Ativos públicos

Emitidos por órgãos do governo para financiar despesas públicas.

Exemplos: Tesouro Direto (Selic, Prefixado, IPCA+), NTN-B, etc.

b) Ativos privados

Emitidos por empresas, bancos e instituições financeiras com o mesmo objetivo: captar recursos e remunerar os investidores.

Exemplos: CDB, debênture, CRI, CRA, ações.

Principais ativos financeiros do mercado

Principais ativos do mercado financeiro - Imagem: Shutterstock

Agora que você já compreende o conceito e as classificações de ativos financeiros, é hora de conhecer com mais profundidade os tipos de ativos mais comuns e acessíveis para investidores no Brasil. 

Cada um deles possui características próprias, níveis de risco, liquidez e rentabilidade distintos, o que torna essencial a escolha consciente e estratégica, de acordo com o seu perfil e seus objetivos.

Vamos explorar os ativos mais relevantes do mercado brasileiro:

Ações

As ações são os ativos financeiros mais negociados da renda variável. Ao comprar uma ação, o investidor adquire uma fração do capital social de uma empresa de capital aberto, ou seja, torna-se sócio daquela organização. Isso significa que passa a participar tanto dos lucros quanto dos riscos do negócio.

A valorização da ação pode ocorrer por diversos motivos, como aumento do lucro da empresa, mudanças positivas no setor ou expectativa de crescimento futuro. Existem duas principais formas de lucrar com ações:

  • Valorização patrimonial: Comprando o papel por um preço e vendendo mais caro no futuro;

  • Proventos: Através do recebimento de dividendos (parte do lucro distribuído), juros sobre capital próprio e bonificações em ações.

As ações podem ser classificadas em:

  • Ordinárias (ON): Garantem ao acionista direito de voto em assembleias;

  • Preferenciais (PN): Oferecem prioridade no recebimento de dividendos, mas não dão direito a voto;

  • Units: Pacotes compostos por ações ON e PN em proporções definidas.

Embora o potencial de rentabilidade seja alto, a volatilidade é inerente a esse tipo de ativo. Por isso, investir em ações exige conhecimento, paciência e visão de longo prazo.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma plataforma que permite o investimento em títulos públicos federais emitidos pelo governo, acessível para pessoas físicas a partir de valores baixos (como R$ 30). 

Trata-se de um dos ativos mais seguros do mercado, pois o risco de crédito é do próprio Tesouro Nacional.

Esses títulos são usados pelo governo para financiar suas atividades e podem oferecer três tipos de rentabilidade:

  • Tesouro Selic: Rendimento atrelado à taxa Selic, ideal para reserva de emergência, por ser o título mais estável e com menor oscilação de preço;

  • Tesouro Prefixado: Paga uma taxa de juros fixa determinada no momento da compra, sendo indicado para cenários de queda de juros ou estabilidade;

  • Tesouro IPCA+: Combina uma taxa de juros fixa com a variação da inflação medida pelo IPCA, sendo uma excelente opção para proteger o poder de compra no longo prazo.

Além de segurança e acessibilidade, os títulos do Tesouro têm liquidez diária, permitindo resgate antecipado com venda a mercado. No entanto, o valor de resgate pode variar, especialmente nos títulos prefixados e híbridos.

CDB, LCI e LCA

Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) são ativos da renda fixa emitidos por bancos e instituições financeiras.

  • CDBs são títulos de empréstimo ao banco, que em troca paga juros ao investidor. Podem ter rendimento:

    • Prefixado (taxa fixa);

    • Pós-fixado, geralmente atrelado ao CDI;

    • Híbrido (parte fixa + indicador, como inflação).

  • LCIs e LCAs funcionam de forma semelhante, mas são lastreadas em operações de crédito dos setores imobiliário e do agronegócio, respectivamente. O grande atrativo desses dois ativos é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que eleva sua rentabilidade líquida.

Todos esses títulos contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por CPF e por instituição, em caso de quebra do emissor. 

No entanto, a liquidez pode variar, há CDBs com resgate diário e outros com vencimento fixo.

Debêntures

As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas privadas que buscam captar recursos diretamente com investidores. 

Ao investir em uma debênture, você está emprestando dinheiro à empresa em troca de uma remuneração acordada, geralmente na forma de juros, pagos de forma periódica ou no vencimento.

Existem dois principais tipos:

  • Debêntures comuns: Sujeitas à tributação regressiva do Imposto de Renda;

  • Debêntures incentivadas: Isentas de IR para pessoa física, normalmente ligadas a projetos de infraestrutura e considerados de interesse público.

Por não contarem com garantia do FGC, as debêntures exigem uma análise mais criteriosa da saúde financeira da empresa emissora. Apesar disso, costumam oferecer rentabilidades superiores aos títulos tradicionais, como forma de compensar o risco de crédito.

Esse tipo de ativo pode ser indicado para investidores com perfil mais arrojado, que buscam diversificação e maiores retornos dentro da renda fixa privada.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Os Fundos de Investimento Imobiliário, ou FIIs, são uma forma acessível de investir no setor imobiliário, sem precisar comprar um imóvel físico. 

Ao adquirir cotas de um FII, o investidor passa a ter uma participação proporcional nos rendimentos do fundo, que podem vir de aluguéis, lucros de venda de imóveis ou aplicações financeiras.

Os principais tipos de FIIs são:

  • Fundos de tijolo: Investem diretamente em imóveis físicos (galpões logísticos, lajes corporativas, shoppings);

  • Fundos de papel: Investem em títulos ligados ao setor imobiliário, como CRIs;

  • Fundos híbridos: Mesclam ativos físicos e financeiros.

As cotas dos FIIs são negociadas na bolsa, assim como as ações, e permitem liquidez diária. 

A grande vantagem está na renda passiva isenta de IR, com distribuição mensal de rendimentos aos cotistas. Além disso, oferecem diversificação, pois com uma única cota o investidor já participa de diversos imóveis.

Além disso, FIIs são uma boa opção de investimento para quem deseja renda recorrente com menor volatilidade do que ações.

ETFs

Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice negociados em bolsa. Cada ETF busca replicar o desempenho de um índice de mercado, como o Ibovespa, o S&P 500 ou o IFIX, de forma passiva e com baixo custo.

Investir em ETF é uma maneira prática de diversificar a carteira com poucos recursos, já que ao comprar uma única cota o investidor passa a ter exposição a dezenas ou até centenas de ativos.

São ideais para quem busca exposição a grandes carteiras com simplicidade e custos reduzidos, especialmente no início da jornada como investidor.

Como escolher os ativos financeiros certos para sua carteira?

A escolha dos ativos financeiros que vão compor sua carteira de investimentos é uma etapa fundamental para o sucesso da sua estratégia. 

Engana-se quem pensa que basta escolher aqueles com a maior rentabilidade do momento. Investir bem não é correr atrás de ganhos rápidos, mas sim construir uma base sólida, com equilíbrio entre risco, prazo, liquidez e objetivos.

Antes de qualquer decisão, é fundamental entender duas coisas: seu perfil de investidor e suas metas financeiras

1.Identifique o seu perfil de investidor

O perfil de investidor define o seu grau de tolerância ao risco e como você lida com oscilações de mercado. Ele é fundamental para que suas escolhas estejam alinhadas ao seu comportamento emocional diante dos investimentos. 

🔹 Conservador

  • Prioriza a segurança e a preservação do capital;

  • Evita oscilações e prefere previsibilidade nos resultados;

  • Tolera rentabilidades menores em troca de estabilidade;

  • Prefere ativos como Tesouro Selic, CDB de grandes bancos, LCI/LCA e fundos de renda fixa conservadora.

Ideal para quem está começando a investir, tem metas de curto prazo ou não pode correr riscos com o capital.

🔹 Moderado

  • Busca equilíbrio entre risco e retorno;

  • Está disposto a assumir algum risco para obter ganhos maiores;

  • Tolera oscilações pontuais, desde que os fundamentos do investimento sejam sólidos;

  • Pode investir parte em renda fixa e parte em renda variável, como ações ou fundos multimercado.

É um perfil comum entre investidores que já têm uma reserva de emergência e desejam potencializar o patrimônio no médio prazo.

🔹 Arrojado (ou agressivo)

  • Tem alta tolerância ao risco e à volatilidade do mercado;

  • Foca no crescimento acelerado do capital, mesmo que isso envolva perdas temporárias;

  • Investe uma parcela significativa da carteira em ativos como ações, ETFs, FIIs e até criptomoedas;

  • Está sempre em busca de oportunidades e não se abala facilmente com oscilações.

Esse perfil exige mais conhecimento, preparo psicológico e planejamento.

2.Defina seus objetivos financeiros

Saber o motivo pelo qual você está investindo ajuda a definir o prazo de cada meta e os ativos ideais para alcançá-la. Veja alguns exemplos:

Objetivo

Prazo

Perfil recomendado

Tipos de ativos indicados

Montar reserva de emergência

Curto prazo

Conservador

Tesouro Selic, CDB com liquidez diária, fundos DI

Comprar um imóvel

Médio prazo

Conservador a moderado

CDBs com vencimento, Tesouro IPCA+, LCI/LCA

Aposentadoria ou independência

Longo prazo

Moderado a arrojado

Ações, ETFs, Tesouro IPCA+, fundos de previdência

Viver de renda no futuro

Longo prazo

Moderado a arrojado

FIIs, ações com dividendos, debêntures, fundos de renda

Perceba que, mesmo uma pessoa conservadora pode adotar uma postura mais moderada ou arrojada em uma parte da carteira, desde que respeite o prazo e o objetivo da aplicação.

Quais características dos ativos financeiros analisar antes de investir?

Características dos ativos financeiros - Imagem: Shutterstock

Escolher o ativo certo não depende apenas do tipo ou nome da aplicação. É essencial avaliar as características técnicas e estratégicas de cada ativo, considerando o famoso tripé dos investimentos: liquidez, risco e rentabilidade.

1. Liquidez: quando você pode resgatar o dinheiro?

A liquidez indica a facilidade e a velocidade com que o investimento pode ser convertido em dinheiro. Quanto mais líquida for a aplicação, mais rápido você pode acessá-la — o que é essencial para emergências ou oportunidades.

  • Alta liquidez: Resgates imediatos ou em poucos dias úteis (Tesouro Selic, CDB com liquidez diária, ações de alta negociação, fundos DI);

  • Baixa liquidez: Investimentos com prazo de carência, vencimento ou resgates programados (CRI/CRA, debêntures, imóveis, CDBs longos).

Dica: Não comprometa sua reserva de emergência com ativos de baixa liquidez. Planeje bem o prazo da aplicação.

2. Risco: qual a chance de perder dinheiro?

Todo investimento tem risco, mesmo os mais conservadores. O risco é a chance  do rendimento não ser o esperado, ou até de haver perdas.

Tipos de risco mais comuns:

  • Risco de mercado: Oscilações no preço do ativo (ações, fundos, títulos marcados a mercado);

  • Risco de crédito: Calote do emissor (CDBs, debêntures, CRI/CRA);

  • Risco de liquidez: Dificuldade de vender o ativo;

  • Risco regulatório/político: Mudanças de regras que afetam os retornos.

3. Rentabilidade: quanto o ativo pode render?

A rentabilidade representa o retorno que o ativo financeiro pode oferecer em termos nominais (sem considerar inflação e taxas) ou reais (já descontando esses fatores).

Atenção:

  • Rentabilidades mais altas costumam vir com maior risco;

  • Compare o rendimento com um benchmark (como CDI, IPCA ou Ibovespa);

  • Analise também a rentabilidade líquida, ou seja, já descontando o IR e eventuais taxas.

Cuidado com promessas de rentabilidade garantida! Isso não existe, principalmente em ativos de renda variável.

Como gerenciar seus ativos financeiros?

Depois de montar sua carteira, o trabalho continua. A gestão ativa dos seus investimentos é fundamental para manter sua estratégia eficiente e adaptada à realidade.

Acompanhe a performance da carteira

  • Verifique periodicamente se os ativos estão entregando os resultados esperados;

  • Avalie se há desequilíbrios ou ativos com desempenho abaixo do esperado;

  • Não se apegue emocionalmente a investimentos ruins.

Você não precisa olhar todos os dias, mas uma revisão mensal ou trimestral ajuda a manter a disciplina e os objetivos no radar.

Faça rebalanceamento periódico

Com o tempo, alguns ativos vão valorizar mais que outros, mudando a proporção da carteira. O rebalanceamento é o ajuste dessas proporções para manter o nível de risco adequado.

Exemplo: Se sua carteira era 70% renda fixa e 30% renda variável, e as ações valorizaram, talvez agora esteja 60%/40%. Para voltar ao perfil inicial, você pode:

  • Vender parte dos ativos que cresceram;

  • Aportar mais nos que ficaram abaixo.

Isso ajuda a:

  • Controlar o risco;

  • Proteger os lucros;

  • Aproveitar oportunidades com disciplina.

Reavalie seus objetivos com o tempo

Metas mudam, e sua carteira precisa acompanhar. Um investidor jovem e solteiro pode se tornar pai e querer reduzir a exposição ao risco. Alguém que buscava crescimento pode começar a priorizar renda.

Reflita:

  • O que mudou na sua vida pessoal?

  • Seus objetivos ainda são os mesmos?

  • Sua tolerância ao risco continua igual?

Investir bem é um processo dinâmico, que exige atualização, aprendizado e adaptação.

Conclusão: pesquisar sobre os ativos financeiros é essencial

Entender o que são ativos financeiros e como classificá-los é essencial para construir um patrimônio sólido, diversificado e alinhado aos seus objetivos.

Mais do que buscar rentabilidade, o investidor de sucesso busca entender riscos, prazos e estratégia. Com conhecimento e disciplina, o mercado financeiro se torna um aliado poderoso da sua liberdade financeira.

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