ANP libera Petrobras (PETR4) para voltar a perfurar na Foz do Amazonas
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
🤑 Quando se pensa em ações brasileiras que costumam distribuir um caminhão de dividendos aos seus acionistas, normalmente nomes como Taesa (TAEE11) e Petrobras (PETR4) já vêm logo à mente.
De fato, ambas as empresas estão entre as possíveis vacas-leiteiras de primeira linha, em termos de dividend yield nos próximos 12 meses, conforme a Ativa Investimentos.
A corretora revisou sua cobertura de ações em outubro, projetando quais podem ser as companhias com maior potencial de pagar proventos, com o dividend yield podendo chegar a 16,4% no período.
Quem desponta na dianteira é justamente a petroleira estatal, embora a recomendação da Ativa para as ações da Petrobras seja neutra no momento, com preço justo de R$ 44 por papel preferencial, já que os analistas preferem esperar pelo plano quinquenal da companhia.
Na sequência, a Taesa surge com dividend yield estimado nos próximos 12 meses de 11,2%, também com recomendação neutra e preço justo de R$ 34 por unit.
A transmissora só não irá distribuir ainda mais proventos já que diminuiu sua distribuição de lucro IFRS de 100% para os atuais 75%, conforme regulatório aprovado em 2024.
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Segundo o time de analistas da Ativa Investimentos, as ações a seguir entregarão os maiores dividend yields em 2025:
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
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