Bitcoin (BTC) perde força como 'ouro digital' e se aproxima das ações tech
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
💲 Nesta quarta-feira (18), os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos divulgam suas decisões para a taxa básica de juros. E isso fez com que a principal criptomoeda reagisse.
Desde a última segunda (16), o Bitcoin (BTC) tem recuperado seu valor no mercado internacional, segundo dados dos monitores de criptos. Na terça, o ativo chegou a se valorizar 6% em relação ao real, com cotação acima de R$ 336,3 mil.
Nos Estados Unidos, os ETFs de Bitcoin viram as captações aumentarem de forma exponencial nos últimos dias. A plataforma Arkham Intelligence mostrou que mais de US$ 250 milhões foram depositados nesses produtos só na segunda.
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Por lá, o mercado espera que o Fed reduza a taxa de juros, embora não haja um consenso sobre qual vai ser a porcentagem de corte. Já aqui, a aposta é que o Copom eleve a Selic em até 0,5%.
As decisões desta Super Quarta devem ser publicadas nas próximas horas e devem ditar o ritmo da econômica doméstica brasileira. Para os investimentos em renda fixa, uma eventual subida da taxa é favorável, já que os produtos vão pagar remunerações maiores aos investidores.
Por outro lado, os produtos de renda variável -caso de ações e criptomoedas- saem prejudicadas em razão do risco que entregam. Por isso, a aposta de grande parte dos analistas é que esses produtos podem apresentar grande volatilidade nas próximas semanas, no pós-decisões.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
A maior criptomoeda do mundo atingiu o menor valor em mais de 15 meses.
Metal precioso recupera os US$ 5 mil por onça-troy, enquanto criptomoeda segue em baixa.
A maior criptomoeda do mundo parece não ter se recuperado ainda do maior crash da história, ocorrido em outubro passado.
A autarquia apresentou novas regras para bancos operarem cripto, além de uma certificação técnica antes do início do serviço.
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