Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A S&P (Standard & Poors) melhorou o rating de crédito da Oi (OIBR3), na esteira da aprovação do plano de recuperação judicial da companhia.
📞 Com isso, a nota de crédito da Oi passou de D para CCC- em escala global e de D para brCCC+ em escala nacional.
Já o rating das emissões da empresa foi mantido em D, em função do prazo necessário para substituição dos instrumentos de dívida inadimplentes.
Apesar da melhora, o rating da Oi continua com grau especulativo, que indica um maior risco de inadimplência.
Em comunicado publicado nesta segunda-feira (3), a Oi destacou, por sua vez, que a S&P colocou as classificações de risco da empresa em CreditWatch com perspectivas positivas.
Isso indica "potencial para uma nova elevação de rating, uma vez reavaliada a estrutura de capital e a liquidez da Companhia, após conclusão do processo de novação da dívida", segundo a Oi. A S&P estima que a troca de dívida já deve ocorrer em julho.
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💲 Em relatório, a agência de classificação de risco lembrou que o plano de recuperação judicial da Oi prevê empréstimos de até US$ 650 milhões e a venda de ativos como a participação na V.Tal.
"Ao final das transações, o ativo remanescente da operação da Oi será a Oi Solutions, que incluirá telefonia fixa, dados, banda larga e serviços de TI para empresas", ressaltou a S&P.
A S&P calcula, então, que a Oi deve atingir uma receita de aproximadamente R$ 2,5 bilhões em 2026, além de uma margem Ebitda entre 10% e 12%.
O plano de recuperação judicial da Oi foi aprovado pela assembleia geral de credores em abril e homologado pela Justiça no fim de maio.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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