Raízen (RAIZ4) dá três opções para investidores de renda fixa; confira
Investidores de CRAs e debêntures se reúnem nesta 4ª feira para avaliar plano de recuperação.
📊 A Raízen (RAIZ4), uma das maiores empresas do setor sucroalcooleiro, anunciou nesta segunda-feira (23), a conclusão da venda de até 31 usinas fotovoltaicas de geração distribuída (UFVs) para a Brasol Sistemas de Energia Solar 18 Ltda, gerando um montante bruto de aproximadamente R$ 475 milhões.
Essa iniciativa faz parte de um plano mais amplo de otimização de recursos, com os valores oriundos da transação representando a diferença entre a venda dos ativos e os custos pendentes de desenvolvimento dos projetos.
Essa operação destaca a intenção da Raízen em acelerar seu movimento em direção à transição energética, ao mesmo tempo em que aproveita oportunidades de mercado para maximizar retornos financeiros.
Além disso, a companhia também anunciou a redução de sua participação na operação de Mobilidade no Paraguai.
A empresa acertou a diminuição de sua fatia acionária de 50% para até 27,4%, em um acordo com os acionistas da Raízen Paraguay.
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Com isso, a Raízen estima que deixará de desembolsar até US$ 54 milhões até novembro de 2026, reforçando seu caixa e permitindo maior flexibilidade estratégica.
Essas medidas reforçam o compromisso da Raízen com a criação de valor sustentável e a busca de oportunidades em mercados de alta performance.
A venda dos projetos solares e a reestruturação no Paraguai sinalizam uma postura proativa frente aos desafios do mercado e um reposicionamento estratégico que pode atrair ainda mais os olhares de investidores.
📈 A decisão da Raízen em focar sua atuação e gerar caixa por meio de desinvestimentos estratégicos pode representar um marco em sua estratégia de expansão e gestão de capital.
Investidores de CRAs e debêntures se reúnem nesta 4ª feira para avaliar plano de recuperação.
Companhia tem mais tempo para apresentar medidas que elevem a cotação dos papéis acima do limite exigido pela bolsa.
Mercado reagiu negativamente à conversão de dívidas em ações e à reestruturação da companhia.
Produtora de açúcar e etanol luta contra o relógio para aprovar sua recuperação extrajudicial.
A companhia avançou para converter até 50% da dívida em ações até junho e negocia venda de ativos na Argentina ao Mercuria.
A empresa enviou uma proposta alternativa aos credores no último sábado (25), segundo a Bloomberg News, citando fontes a par do assunto.
Produtora de açúcar e etanol busca reestruturar dívida de R$ 65 bilhões com credores, especialmente bancos.
O esclarecimento foi feito após questionamento da B3.
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