Petrobras (PETR4) e mais 7 empresas anunciaram dividendos na semana, confira
A estatal propôs o pagamento de R$ 8,1 bilhões em JCP após ver seu lucro crescer em 2025.
A Petrobras (PETR4) negou, na última sexta-feira (1º), que a auditoria KPMG tenha solicitado afastamento de diretores para realizar apurações sobre o contrato com a Unigel. A empresa acrescentou que a divulgação do balanço, prevista para quinta-feira (7), está mantida.
Segundo apuração do jornal "O Globo", a auditoria teria recomendado o afastamento dos diretores William França e Sergio Caetano Leite nos processos de certificação dos balanços, e a apreensão de seus celulares após investigação de irregularidades no contrato entre Petrobras e Unigel.
🔥 No mesmo dia, os canais de denúncia da petroleira chegaram a receber três acusações de que França e Leite teriam pressionado equipes técnicas a acelerar a aprovação dos contratos com a Unigel.
De acordo com jornal, o processo é desdobramento do pedido de investigação do TCU (Tribunal de Contas da União), que apontou indícios de irregularidade e um possível prejuízo estimado em R$ 487,1 milhões à Petrobras no contrato de industrialização de fertilizantes com a Unigel, firmado em dezembro.
Além de abrir uma auditoria interna sobre o caso, Francisco Petros, presidente do comitê de auditoria estatutário da empresa, teria contratado a companhia de auditoria KPMG para investigar.
Para a estatal, não procede a informação que a KPMG teria recomendado que os diretores sejam afastados do processo de certificação das demonstrações financeiras.
A companhia também afirmou que o contrato com a Unigel respeitou o sistema de governança da estatal e todos os trâmites e procedimentos pertinentes, inclusive, o limite de competência previsto nas normas internas.
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"O valor do contrato citado está dentro do limite de aprovação do responsável pela área e passou por todas as instâncias prévias de anuência e validação. Portanto, o sistema de governança foi integralmente respeitado”, acrescentou a empresa.
A estatal propôs o pagamento de R$ 8,1 bilhões em JCP após ver seu lucro crescer em 2025.
A estatal ajudou a conter os danos no Ibovespa, impulsionada pelo balanço do 4T25, dividendos de R$ 8,1 bilhões e disparada do petróleo.
A estatal anunciou R$ 8,1 bilhões em dividendos, o que, segundo a XP, trouxe alívio aos investidores preocupados com o ciclo de investimentos.
Companhia monitora conflito no Oriente Médio e alta do petróleo antes de novas decisões sobre proventos.
CEO diz que companhia está preparada para enfrentar qualquer cenário, em referência à guerra no Oriente Médio.
Ações da estatal sobem mais de 5% após balanço e anúncio de dividendos bilionários.
A petroleira estatal aprovou a distribuição de R$ 8,1 bilhões em proventos do 4T25, equivalente a R$ 0,62 por ação.
A estatal encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 110 bilhões, triplicando o resultado de 2024 com a produção de óleo e gás crescendo 11%.
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