Ações da Oi (OIBR3) serão excluídas da B3; veja impacto para investidores
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
🚨 A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu sinal verde, sem restrições, para a aquisição da UPI ClientCo, unidade de clientes de banda larga fixa da Oi (OIBR3), pela V.tal, marcando um passo significativo no setor de telecomunicações brasileiro.
A transação, avaliada em R$ 5,6 bilhões, é resultado de um processo competitivo realizado dentro da recuperação judicial da Oi.
A aprovação do Cade entrará em vigor de forma definitiva em até 15 dias corridos após a publicação no Diário Oficial da União, desde que não haja intervenção do Tribunal Administrativo do Cade.
Essa decisão representa mais do que uma simples mudança de controle: ela pode redefinir o panorama do mercado de banda larga no país.
A V.tal, reconhecida por sua infraestrutura robusta de fibra óptica, assume agora a totalidade da operação da ClientCo, ampliando significativamente sua base de clientes e consolidando sua posição como player estratégico no segmento.
➡️ Leia mais: Brava Energia (BRAV3) investe US$ 200 milhões em novos campos de petróleo
Essa venda integra o plano de recuperação judicial da Oi, que busca reorganizar suas operações e reduzir seu endividamento.
Para investidores, a operação sinaliza um movimento importante para a estabilidade financeira da empresa, que vem enfrentando desafios nos últimos anos.
📈 A consolidação pode trazer benefícios, como maior eficiência operacional e expansão da infraestrutura de fibra óptica, mas também levanta questionamentos sobre a concorrência no setor.
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?