Oi (OIBR3) recebe apenas uma oferta pela UPI V.tal, abaixo do preço mínimo; audiência é suspensa
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
O Conselho de Administração da Oi (OIBR3)aprovou a nova versão do plano de recuperação judicial da companhia com captação de recursos no valor de até US$ 650 milhões, nesta terça-feira (6).
📞 A recuperação judicial inclui a Oi e as suas duas subsidiárias Portugal Telecom Internacional Finance e Oi Brasil Holdings Coöperatief.
Segundo a companhia, a nova versão tem como objetivo a equalização das dívidas e a reestruturação de créditos concursais da companhia.
“A companhia continua em intensas negociações, com os credores financeiros e outros credores quirografários, em relação aos termos e condições específicas de um potencial acordo vinculante de suporte à nova versão do plano de recuperação judicial, buscando sua aprovação em assembleia geral de credores a ser convocada pelo juízo da recuperação judicial”.
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💰 Nas negociações, a Oi também celebrou acordos de confidencialidade com determinadores detentores de 10%/12% Senior PIK Toggle Notes com vencimento em 2025 emitidas pela companhia.
Já é segunda recuperação judicial da empresa (RJ) para lidar com dívidas no valor de R$ 44 bilhões, contraídos com cerca de 159 mil credores. A primeira versão do plano foi apresentada em maio de 2023.
Em janeiro deste ano, a Justiça da Capital do Rio de Janeiro autorizou o acordo de financiamento de até US$ 400 mil para a Oi.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
A Justiça Federal antecipou a decretação de falência da Serede.
A direção da tele permanece afastada, e a gestão integral fica sob comando judicial.
O compromisso entre Oi e Anatel contemplava a liberação de depósitos referentes a uma ação judicial ligada ao Fust.
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