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No ano passado, o número de programas de recompras da bolsa de valores chamou a atenção do mercado. Com suas ações performando em baixa, muitas companhias aproveitaram para tirar parte das ações que circulavam no balcão.
No entanto, essa realidade parece estar mudando desde o começo deste ano. Segundo dados do Itaú BBA, entre janeiro e julho deste ano, foram R$ 10,5 bilhões em operações de recompra de ações, contra R$ 16,6 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
Na comparação mês a mês, a situação é de ainda mais desaceleração. O banco de investimentos destaca que em julho as recompras totalizaram R$ 700 milhões, sendo que em junho havia totalizado R$ 1,3 bilhão, ou seja, caíram pela metade.
Segundo reportagem do Neofeed, isso está ligado sobretudo com as small caps, que são aquelas companhias de menor capitalização da bolsa. O índice que mede o desempenho destes papéis obteve valorização de 26% neste ano, o que indica que essas ações estão operando com forte alta.
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Neste mesmo período, outros índices da bolsa de valores tiveram uma performance mais tímida, caso do Ibovespa (IBOV) que cresceu 14%. A exceção foi o IMOB (Índice de Mobilidade) que se valorizou em quase 50% desde janeiro.
Atualmente, os setores que têm mais empresas com programas em aberto são o financeiro (23%) e o serviço público (22%). No total, as ações alvos de recompra somam cerca de US$ 16,6 bilhões.
Em julho, mês do último compilado, Tecnicsa, Vivo, Azzas 2154, Movida e JHSF foram as empresas que mais executaram as possibilidades de recompra. Vale, Tim e Lojas Renner foram as duas últimas empresas a abrirem programas de recompra para ações, projetando reaver R$ 7 bilhões e R$ 1 bilhão, respectivamente.
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