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Um dos maiores bancos do mundo estaria limitando os saques em fundos de investimento de crédito privado nos EUA. O Morgan Stanley (MSBR34), que tem mais de US$ 1,5 trilhão sob gestão, teria tomado a decisão depois de ver um aumento expressivo nos pedidos de retiradas por parte dos investidores.
A regra imposta é que os investidores possam sacar apenas 7% dos US$ 33 bilhões desta categoria. A decisão veio depois que outros bancos e gestoras, como a BlackRock, também decidiram limitar os saques pelo mesmo motivo.
O movimento é uma consequência de um temor do mercado por uma bolha da inteligência artificial. Depois de as empresas tomarem bilhões de dólares em empréstimos por meio desses fundos, agora os investidores têm medo de que essas companhias deem calotes, o que afetaria os rendimentos.
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Os bancos decidiram, então, limitar os saques no limite regulatório, que é justamente de 7% do patrimônio total dos fundos. Assim, diminuem a possibilidade de retiradas massivas, mas deixam os investidores à mercê de uma mudança futura.
Anteriormente, o Morgan Stanley já havia comentado que a indústria de crédito privado passava por um desafio. No entanto, declarou que espera uma diminuição dessa força contrária “em breve”, conforme destacou em carta aos clientes.
“A estrutura da companhia foi desenhada intencionalmente para equilibrar o desejo de oferecer aos investidores a oportunidade de liquidez periódica com as características menos líquidas dos ativos privados nos quais a companhia investe”, escreveu o Morgan Stanley.
O anúncio foi suficiente para que parte dos investidores decidisse vender as ações que detinha da companhia. Por isso, no pregão desta quinta-feira (12), a empresa cai cerca de 4% na NYSE, com cada ação cotada em US$ 154,35.
Na semana passada, uma das maiores gestoras do mundo saiu na frente do mercado anunciando o teto para um de seus fundos. O HPS Corporate Lending Fund, que reúne US$ 26 bilhões, teve o limite de saques fixado em US$ 1,2 bilhão, o que representa um limite de 5%.
A empresa destacou que o teto foi fixado depois que os clientes solicitaram o resgate de quase 10% do total do fundo de uma única vez. Segundo os gestores, a estratégia mantém a gestão de liquidez do seu principal produto de empréstimo.
“Sem isso, haveria uma incompatibilidade estrutural entre o capital do investidor e a duração esperada dos empréstimos de crédito privado nos quais a HLEND investe”, disse a empresa.
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