LCAs e LCIs pagam até 13,48% ao ano na renda fixa isenta em 2025; veja retorno
Ferramenta do Investidor10 simula qual pode ser a rentabilidade dos investimentos que financiam operações de crédito dos bancos para o agronegócio e o mercado imobiliário

🤑 Os investimentos em renda fixa seguem pagando bem acima de 1% ao mês em 2025, só que desde que os juros futuros caíram forte aqui no Brasil neste início de abril em repercussão ao tarifaço anunciado por Donald Trump, as taxas oferecidas aos investidores também encolheram, inclusive as remunerações presentes nas LCAs e LCIs.
Só que como a queda das taxas foi generalizada tanto nos títulos públicos no Tesouro Direto quanto nos títulos bancários, como as LCAs e LCIs, o fato desses dois últimos investimentos serem isentos da cobrança de imposto de renda e ainda terem a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), ao fazer as contas as letras de crédito seguem pagando bem acima do Tesouro Selic ou CDBs que ofereçam até 100% do CDI.
Conforme a aba investimentos em renda fixa do Investidor10, consultada nesta sexta-feira (4), ainda é possível encontrar LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliárias) entregando rentabilidade líquida acima de 13% ao ano.
🌱 Prova disso é que a ferramenta do Investidor10 apresenta as informações, por exemplo, da LCA Banco do Brasil Pré-Fixado 13,48% ao ano, cujo vencimento acontece nos próximos 12 meses, ou seja, em abril de 2026. Caso um investidor empreste R$ 1 mil ao banco estatal para que ele financie projetos no agronegócio, o retorno esperado é de R$ 1.140,51.
A simulação também aponta que se o investidor optasse por emprestar os mesmos R$ 1 mil em um CDB oferecendo 100% do CDI ao ano, ao final do período embolsaria R$ 1.094,44. Já o Tesouro Prefixado 2026 oferecia taxa de 14,70% ao ano nesta data, embora a mordida do leão da Receita Federal chegue a 22,50% sobre os ganhos para o prazo de resgate inferior a 12 meses.
Na renda fixa, o preço é inversamente proporcional aos juros compostos oferecidos. Por isso, diante da ampla procura dos investidores que saíram da renda variável pelos temores de recessão nos Estados Unidos vista a escalada da guerra comercial desencadeada por Trump, os bancos conseguiram pegar mais dinheiro emprestado oferecendo taxas menores aceitas pelos investidores.
➡️ Leia mais: Qual tipo de renda fixa paga quase 2% ao mês em 2025, segundo Anbima
Veja simulações de LCAs e LCIs, renda fixa isenta, com aplicações de R$ 1 mil
LCA Banco do Brasil Pré-Fixado 13,48% ao ano
- Taxa de rentabilidade: 13,48% ao ano (líquido)
- Investimento mínimo: R$ 500,00
- Risco Financeiro: Baixo
- Rendimento bruto após 12 meses: R$ 1.140,51
- Rendimento líquido após 12 meses: R$ 1.140,51
- Quanto renderia um CDB pagando 100% do CDI ao ano: R$ 1.094,44
- Prazo de vencimento: dia 07 de abril de 2026
- Liquidez: Somente no vencimento
- Onde encontrar: Banco do Brasil (BBAS3)
- Tem proteção do FGC: Sim
- Observação: Este ativo de renda fixa pode não estar disponível para novos investimentos. Para confirmar, contate a sua corretora
LCI Bradesco Pré-Fixado 12,80% ao ano
- Taxa de rentabilidade: 12,80% ao ano (líquido)
- Investimento mínimo: R$ 1 mil
- Risco Financeiro: Baixo
- Rendimento bruto após 35 meses: R$ 1.441,44
- Rendimento líquido após 35 meses: R$ 1.441,44
- Quanto renderia um CDB pagando 100% do CDI ao ano: R$ 1.327,39
- Prazo de vencimento: dia 10 de março de 2028
- Liquidez: Somente no vencimento
- Onde encontrar: Bradesco (BBDC4)
- Tem proteção do FGC: Não
- Observação: Este ativo de renda fixa pode não estar disponível para novos investimentos. Para confirmar, contate a sua corretora
LCA Banco Bocom Pré-Fixado 12,78% ao ano
- Taxa de rentabilidade: 12,78% ao ano (líquido)
- Investimento mínimo: R$ 50 mil
- Risco Financeiro: Médio
- Rendimento bruto após 24 meses: R$ 1.282,29
- Rendimento líquido após 24 meses: R$ 1.282,29
- Quanto renderia um CDB pagando 100% do CDI ao ano: R$ 1.204,97
- Prazo de vencimento: dia 3 de abril de 2027
- Liquidez: Somente no vencimento
- Onde encontrar: Corretora Rico
- Tem proteção do FGC: Não
- Observação: Este ativo de renda fixa pode não estar disponível para novos investimentos. Para confirmar, contate a sua corretora
LCI Banco Inter Pós-fixado 102,00% CDI ao ano
- Taxa de rentabilidade: 11,56% ao ano (líquido)
- Investimento mínimo: R$ 1 mil
- Risco Financeiro: Baixo
- Rendimento bruto após 32 meses: R$ 1.353,80
- Rendimento líquido após 32 meses: R$ 1.353,80
- Quanto renderia um CDB pagando 100% do CDI ao ano: R$ 1.294,27
- Prazo de vencimento: dia 8 de dezembro de 2027
- Liquidez: Somente no vencimento
- Onde encontrar: BTG Pactual (BPAC11)
- Tem proteção do FGC: Não
- Observação: Este ativo de renda fixa pode não estar disponível para novos investimentos. Para confirmar, contate a sua corretora

BBAS3
Banco do BrasilR$ 27,98
5,01 %
9,64 %
9.3%
6,08
0.89

Novo crédito consignado promete juros menores para trabalhadores CLT
Empréstimo pode ser solicitado a partir desta sexta-feira (21) e mobiliza bancos como o BB.

Fundo de pensão do BB (BBAS3) tem déficit bilionário em 2024; entenda
O resultado marca o pior desempenho da carteira desde 2017 e interrompe uma sequência de superávits registrada até 2023.

BofA dobra aposta no BB (BBAS3) com potencial alta de 10% e dividendos “altos”
Um dos pontos destacados pelo BofA foi o dividend yield projetado para 2025, estimado em 9%.

Banco do Brasil (BBAS3) aprova mais R$ 852,5 milhões em JCP
Instituição já havia anunciado a distribuição de R$ 2,7 bilhões em proventos na semana passada.

Banco do Brasil (BBAS3): Veja o calendário de dividendos e JCP de 2025
Serão oito pagamentos, sendo um pagamento antecipado e um pagamento complementar para cada trimestre.

Banco do Brasil (BBAS3) lucra R$ 9,58 bi no 4T24, acima do esperado
No ano, o lucro do banco subiu 6,6% e somou R$ 37,9 bilhões.

Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 2,7 bilhões em dividendos e JCP
Proventos complementares foram aprovados com base nos resultados do 4º trimestre de 2024.

Previ: Por que fundo de pensão do Banco do Brasil (BBAS3) está na mira do TCU?
TCU vai abrir uma auditoria para avaliar as contas da Previ, após queda dos resultados em 2024.