Nova malha da Gol (GOLL4) terá quase 1 milhão de assentos para o exterior
No Brasil, a Gol planeja realizar 60 mil voos entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, com 11 milhões de assentos disponíveis.
✈️ A Gol (GOLL4) comunicou ao mercado, na última terça-feira (1), a renúncia de Eduardo Gotilla aos cargos de diretor vice-presidente financeiro e diretor de relações com investidores.
Segundo o comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o conselho de administração decidiu que Celso Ferrer, atual CEO da companhia aérea, ocupará interinamente os cargos em aberto até a eleição de um novo executivo para as funções
"A companhia expressa o mais profundo agradecimento ao Sr. Eduardo Guardiano Leme Gotilla pela sua integral dedicação durante todo seu mandato como Diretor Vice-Presidente Financeiro e Diretor de Relações com Investidores da companhia", acrescentou o comunicado.
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📃 No mesmo dia do anúncio, a SG/Cade (Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica) determinou que um acordo entre as empresas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) deveria ter sido informado à autarquia.
Conforme anunciado em 2024, a decisão do Cade impõe às empresas a obrigação de notificar o fiscalizador em um prazo de até dois anos, sob pena de multa por descumprimento. Com isso, a SG/Cade deu início a um processo investigativo chamado APAC (Procedimento Administrativo de Apuração de Ato de Concentração) para analisar se houve consumação de concentração econômica.
No Brasil, a Gol planeja realizar 60 mil voos entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, com 11 milhões de assentos disponíveis.
Serviço será realizado entre SP e Caracas quatro vezes por semana.
A empresa também anunciou a conclusão do seu processo de restruturação financeira nos EUA.
Investidores já haviam embolsado ganhos de capital de quase +70% nos últimos 30 dias, se antecipando ao fato.
Após a saída do Chapter 11, a empresa projeta uma posição de liquidez sólida, em torno de US$ 900 milhões.
Empresa deve deixar o Chapter 11, nos EUA, em junho
O plano de reorganização judicial da companhia foi aprovado nesta terça-feira (20) por um tribunal de Nova York, nos EUA.
Financiamento deve cobrir os custos da recuperação judicial, além de garantir capital de juro para operações futuras.
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