Gafisa (GFSA3): Por que Nelson Tanure foi denunciado pelo MPF?
O caso envolve, em especial, a aquisição da incorporadora Upcon pela Gafisa.
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) fechou um acordo com executivos da Gafisa (GFSA3) nesta quarta-feira (30).
O diretor de RI, Luiz Fernando Garzi Ortiz, e os conselheiros Eduardo Larangeira Jácome, Leo Julian Simpson, Thomas Cornelius Azevedo Reichenheim, Nelson de Queiroz Sequeiros Tanure e Nelson Sequeiros Rodriguez Tanure pagarão R$ 3,672 milhões para encerrar um processo administrativo.
🔎 A CVM detalhou que os acordos para encerrar o processo contra os executivos da Gafisa foram feitos de forma distinta. Garzi Ortiz negociou individualmente, enquanto os demais conselheiros optaram por uma proposta conjunta.
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A investigação se concentrou em possíveis irregularidades relacionadas à realização de uma assembleia geral da empresa. Já as multas aplicadas pela CVM aos executivos da Gafisa variam.
Eduardo Larangeira Jácome, Leo Julian Simpson, Thomas Cornelius Azevedo Reichenheim e Luiz Fernando Garzi Ortiz foram multados em R$ 510 mil cada.
💰 Nelson de Queiroz Sequeiros Tanure pagará R$ 612 mil, enquanto Nelson Sequeiros Rodriguez Tanure receberá a maior multa, no valor de R$ 1,020 milhão. A disputa judicial teve origem em uma divergência sobre a forma como a Gafisa convocou uma assembleia geral extraordinária em novembro de 2022.
O fundo de investimento E.T. F.I.M. questionou a legalidade da convocação, que tratava de assuntos como a responsabilização de administradores, a troca de membros do conselho e a decisão sobre um aumento de capital.
O caso envolve, em especial, a aquisição da incorporadora Upcon pela Gafisa.
O preço de emissão será de R$ 5,23 por ação, diz o comunicado da empresa.
Segundo a empresa, os fundos somavam 657.186 ações, equivalentes a 5,89% do capital social.
A companhia também prorrogou o prazo para o exercício da subscrição prioritária até 23 de julho de 2025.
Não é a primeira vez que a empresa de capital aberto é alvo de pedidos de falência envolvendo litígios de imóveis com pessoas físicas
O julgamento foi encerrado com um empate.
A Esh Capital já chegou a deter 20% do capital social da Gafisa.
Os imóveis estão localizados no bairro Itaim Bibi, região nobre da capital de São Paulo.
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