Azul (AZUL54) lança oferta de ações de R$ 7,4 bilhões; veja detalhes
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
A Azul e a Abra (controladora da Gol) podem assinar, nas próximas semanas, um memorando de entendimento nas próximas semanas que pode culminar na fusão com a companhia aérea rival. Segundo apuração do Valor, o documento tem vários termos que falam sobre o negócio que pode criar a maior companhia aérea do país.
📄 A assinatura do memorando teria sido adiada em razão das negociações da reestruturação da Gol no âmbito do Chapter 11 nos Estados Unidos. A previsão inicial era que um acordo entre as duas companhias acontecesse em novembro do ano passado, mas deve acontecer de fato até o fim deste mês.
Ainda de acordo com a reportagem, o memorando que está sendo costurado prevê a criação de uma companhia sem controlador definido. Neste caso, as marcas da Gol e Azul continuariam sendo utilizadas normalmente.
Há, ainda, a possibilidade da criação de uma joint venture, o que poderia ampliar a relação de codeshare que as empresas já mantêm atualmente.
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O documento também deve criar algum tipo de governança padrão que seja capaz de estruturar as duas empresas que têm dívidas gigantes.
A Azul e a Gol são duas das três maiores companhias aéreas do país, responsável por movimentar milhões de passageiros todos os anos. O ano passado, porém, não trouxe bons resultados no preço das ações de nenhuma das duas companhias.
A discussão sobre a fusão entre as duas concorrentes começou em 2024, pouco tempo depois da Gol entrar em Recuperação Judicial. Depois que a Azul apresentou problemas para honrar suas dívidas, tudo indica que o negócio deixou de ser debatido, voltando a tona no fim do ano passado.
💱 O ano de 2024, porém, já tem sido bastante positivo para as companhias que conseguiram uma redução de R$ 5,8 bilhões nas dívidas com a União. Em comunicado divulgado na quarta (9) pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional também foi informado que as companhias poderão pagar suas dívidas em 120 parcelas.
A Gol conseguiu obter mais de 83% de desconto, passando de R$ 5 bilhões para R$ 880 milhões em pendências. Já a Azul registrou um deságio de 60%, caindo de R$ 2,8 bilhões para R$ 1,1 bilhão, ainda de acordo com o documento.
A expectativa é que as companhias comecem a pagar os valores em até 30 dias. Os descontos foram concedidos com base na carteira de crédito e as garantias de pagamento apresentados pelas beneficiárias.
Os recursos captados serão direcionados para fins corporativos gerais.
Pela proposta, cada ação preferencial seria convertida em 75 ações ordinárias.
Conversão de dívidas em ações pressiona AZUL4 e amplia temor de diluição.
O CEO informou na entrevista uma expectativa de receita de R$ 20 bilhões para 2024.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 1,914,5 bilhão.
O tribunal também deu aval ao Backstop Commitment Agreement.
Segundo a empresa, o progresso está alinhado ao cronograma inicialmente proposto para a conclusão do processo.
O resultado operacional foi de R$ 376,7 milhões, com margem de 20,6%.
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