Bitcoin apanhando da IA em 2026 bota medo ou destrava oportunidade?
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A SEC aprovou na quarta-feira (10) o lançamento de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. A notícia movimentou o mercado de criptomoedas e deve impulsionar o valor do Bitcoin nos próximos meses. Investir em fundos negociados em Bolsa atrelados a criptomoedas, no entanto, já é possível no Brasil.
Segundo dados da B3, 13 ETFs ligados a criptoativos estão registrados no mercado brasileiro. Há ETFs atrelados ao Bitcoin (BTC), mas também ao Ethereum (ETH) e a índices do mercado cripto. Os fundos somavam mais de R$ 1,6 bilhão em patrimônio e contabilizavam mais de 223 mil investidores na quarta-feira (10).
Leia também: SEC aprova ETFs de Bitcoin à vista, entenda
O líder e pioneiro do mercado é o Hashdex Nasdaq Crypto Index (HASH11). O ETF foi lançado em 2021 com o objetivo de replicar o Nasdaq Crypto Index™ (NCI™), índice que reflete o movimento do mercado global de criptoativos. Hoje, o HAS11 tem cerca de R$ 1,2 bilhão de patrimônio e mais de 137 mil investidores.
O Hashdex Nasdaq Crypto Index rendeu cerca de 112% em 2023. Isto é, um pouco abaixo do que o próprio Bitcoin, que rendeu 134,7% no ano. Mas muito acima de outras aplicações disponíveis no mercado brasileira. E este nem foi o melhor desempenho dos ETFs cripto da B3 em 2023. Segundo a B3, o destaque do ano foi do Hashdex Smart Contract Platforms (WEB311), que rendeu 209,86%.
Veja os ETFs com exposição a criptoativos registrados na B3, com as respectivas rentabilidades em 1 ano:
ETFs ou fundos de índice são fundos de investimento negociados em Bolsa que replicam um determinado índice ou algum outro ativo do mercado financeiro. Na B3, são negociados ETFs com exposição a ações, commodities, ativos imobiliários e de renda fixa. Alguns dos ETFs de ações, por exemplo, replicam o índice Ibovespa.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?