Fim de uma era: Eletrobras (ELET3) anuncia troca de nome e código na B3
Mudança simboliza nova fase da companhia, privatizada em 2022 e hoje avaliada em R$ 126 bilhões.
🚨 A Eletrobras (ELET3) informou ao mercado que seu conselheiro de administração decidiu, por unanimidade, aplicar uma terceira advertência a um de seus membros, Marcelo Gasparino da Silva, por "falta grave" após publicações nas redes sociais. A penalização foi a terceira em menos de um mês para o conselheiro.
A decisão, divulgada no último domingo (27), aconteceu após Gasparino “divulgar e compartilhar com terceiros documentos sigilosos e confidenciais da companhia, dessa vez envolvendo o processo de avaliação do Conselho de Administração e de seus membros”, diz o documento da empresa.
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⏰ A primeira advertência foi emitida em 28 de março, devido postagens realizadas pelo conselheiro em seu perfil pessoal na rede social LinkedIn. A companhia disse que as publicações não condizem com a veracidade dos fatos ocorridos e registrados em atas, veiculação de informações sem embasamento fático e risco de afetar negativamente a reputação da Eletrobras.
Já a segunda advertência foi feita em 16 de abril por publicações adicionais realizadas no mesmo perfil do LinkedIn. A infração, neste caso, foi considerada de gravidade média pela reincidência e pela divulgação de informações classificadas como confidenciais.
📰 Além disso, a advertência chega dias após a Eletrobras confirmar que Guido Mantega desistiu de ocupar uma vaga de titular no conselho fiscal da companhia. A empresa disse que uma nova nomeação para a vaga "ocorrerá oportunamente". Além disso, a assembleia de acionistas que elegerá novos membros para os conselhos ocorrerá na terça-feira (29).
Até o momento, 13 nomes foram indicados para o Conselho de Administração, que possui dez vagas. Dentre os indicados, três são do governo: Maurício Tolmasquim, da Petrobras, Silas Rondeau, presidente da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), e Nelson Hubner, também da ENBPar.
Mudança simboliza nova fase da companhia, privatizada em 2022 e hoje avaliada em R$ 126 bilhões.
A Âmbar Energia passará a controlar 68% do capital total e 35,3% do capital votante da Eletronuclear.
A transação rendeu R$ 703,5 milhões à companhia e marca o fim do processo de desinvestimento em ativos termelétricos.
Segundo o banco, a empresa pode despontar como uma das melhores pagadoras de dividendos nos próximos anos.
Analistas do banco enxergam potencial de valorização em algumas companhias elétricas.
Principal índice da bolsa brasileira sobe ancorado em bons resultados corporativos no 2T25.
Ativa Investimentos calcula preço-alvo dos papéis da elétrica, que segue atrativo apesar da disparada de +8% hoje.
Dentre os destaques operacionais do segundo trimestre, a capacidade instalada de geração ficou em 44,3 megawatts.
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