Azzas 2154 (AZZA3) lucra R$ 770,7 milhões em 2025, alta de 30%
Conglomerado de vestuário, dono de marcas como Arezzo, Hering, Reserva, entre outras, gera caixa recorde.
A construtora Moura Dubeux (MSNE3) está próxima de zerar seu prejuízo líquido, mostrou o último balanço da companhia, publicado na janela do primeiro trimestre. Com isso, a empresa já prevê começar a pagar dividendos aos seus acionistas no segundo semestre deste ano.
🚧 Em entrevista recente ao Brazil Journal, o CEO Diego Villar detalhou a expectativa, dizendo que a divisão não deve alavancar a dívida da companhia. “A nossa geração de caixa está melhor do que o previsto, e a tendência é passarmos a ter lucro acumulado”, comentou.
A previsão do executivo vai na contramão dos analistas que esperavam o pagamento de dividendos apenas a partir de 2025. Isso porque a queima de caixa acelerou no último ano, em razão de dez empreendimentos lançados depois que fez o seu IPO, em fevereiro de 2020.
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As ações da Moura Deboux na bolsa de valores acumulam uma baixa de 32% desde que a construtora abriu capital. No entanto, a sangria vem sendo estancada ao longo dos meses, sendo que, só neste ano, os papéis já subiram quase o dobro, estando cotados a R$ 12,30.
No terceiro trimestre do ano passado, considerado o melhor período da história da companhia, foram registrados R$ 445 milhões em vendas contratadas. A empresa ainda detinha um estoque de 2,4 mil unidades, quantidade que totalizava R$ 1,7 bilhão a receber nos próximos anos.
Na análise da XP Investimentos, a companhia tem apresentado resultados sólidos, tendo coroado um ano de crescimento em 2023. “Temos uma avaliação positiva dos resultados da Moura Dubeux, reiterando nossa recomendação de compra e preço-alvo de R$ 16,50 por ação”, destacaram os analistas Ygor Altero e Ruan Argertor.
Conglomerado de vestuário, dono de marcas como Arezzo, Hering, Reserva, entre outras, gera caixa recorde.
Construtora fundada no Recife segue plano de diversificação pelo Nordeste, com foco em condomínios.
A companhia assumiu que um erro interno levou Diego Villar a vender ações em período vedado, fazendo a CVM abrir processo sobre o caso.
O pagamento será feito automaticamente no domicílio bancário informado.
A recomendação ocorre após a empresa levantar quase R$ 500 milhões em uma oferta pública de ações, realizada no fim de janeiro.
As novas ações da Moura Dubeux passarão a ser negociadas na B3 a partir de 26 de janeiro.
O preço por ação será definido pelo conselho de administração.
A eventual oferta seria realizada no Brasil e direcionada exclusivamente a investidores profissionais.
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