Uma construtora virou a queridinha do BTG com chance de subir quase 40%; qual é?
O banco elegeu a Cyrela como top pick entre as construtoras e projetou alta de 38%, destacando a Vivaz como principal vetor de crescimento.
🏢 Em São Paulo, um terreno que antes era ocupado por uma fábrica da sorveteria Kibon está sendo transformado em um pequeno bairro de luxo da Cyrela (CYRE3). A incorporadora colocou em marcha seu projeto chamado Eden Park By Dror, considerado o maior da história.
Segundo o Estadão, o megaprojeto terá sete torres, para moradia fixa, por temporada e comercial, com preços que vão de R$ 1,5 milhão a R$ 5 milhões. O metro quadrado do Eden, portanto, vai custar em média R$ 17,5 mil, quase três vezes mais do que custa um imóvel na capital, de acordo com dados do Quinto Andar.
As duas primeiras torres da fase inicial do projeto já foram totalmente vendidas em 2022 e 2023, com formação de fila de novos clientes. O diferencial, segundo a empresa, é a construção de um parque com área total de 8 mil m², capaz de receber eventos de diversos temas, conforme destacou Efraim Horn, filho do fundador Elie Horn, ao jornal.
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“Quando é algo diferente, ou irreplicável, tende a se valorizar mais. É assim com tudo, com relógio, com carro, também com apartamentos ou escritórios. Uma das grandes diferenças do Eden é que ele já nasceu como um mini-bairro, que terá um parque no meio, fachadas ativas e um grande centro comercial de lojas. Para a pessoa mais preguiçosa ou mais apressadinha, não precisa nem atravessar o parque para chegar ao mall porque teremos algumas conveniências e lojas embaixo, na quadra do prédio, ou um mall maior com serviços”, disse.
O negócio está dividido 45% para a Cyrela, 45% para a subsidiária Lavvi e 10% para Hines. O fundo de pensão canadense CPPIB fez a compra de um dos prédios que será destinado para moradia alugada.
A Cyrela é uma das principais incorporadoras de alto padrão do país, tendo auferido um lucro de R$ 267 milhões no primeiro trimestre deste ano. Conforma balanço divulgado, o resultado foi 63% mais favorável que o obtido um ano antes.
O banco elegeu a Cyrela como top pick entre as construtoras e projetou alta de 38%, destacando a Vivaz como principal vetor de crescimento.
O JP Morgan calculou que a venda da fatia na Cury seria o melhor cenário para a Cyrela, com potencial de retorno de 14%.
No 4T25, a Cyrela consumiu R$ 38 milhões de caixa, revertendo a geração positiva de R$ 61 milhões registrada um ano antes.
Segundo a companhia, o montante arrecadado será repassado proporcionalmente aos investidores que detinham as frações.
Construtora aumenta o capital social em R$ 2,49 bilhões com reserva de lucros e compensa acionistas.
Companhia propôs uma capitalização bilionária, mediante bonificação aos acionistas.
Segundo o comunicado, terão direito aos proventos os investidores com posição acionária em 9 de dezembro de 2025.
As informações revelam ritmo forte de lançamentos, desafios pontuais e avaliações distintas entre as companhias.
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