BRB (BSLI4) afirma ter plano para recompor capital diante de “estresse”; entenda
Segundo o banco, não houve até agora qualquer comunicação ou determinação para aporte de capital por parte do BC.
O Banco de Brasília (BRB-BSLI4) foi autorizado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, a adquirir o Banco Master. O projeto de lei aprovado prevê a compra de 58% do capital social do Master, sendo 49% em ações ordinárias e 100% em ações preferenciais.
💰 A proposta será encaminhada ao governador Ibaneis Rocha para sanção, mas a transação só será concluída com o aval do Banco Central. Segundo fato relevante, o BRB afirmou que a incorporação do Banco Master faz parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento de atuação no setor financeiro.
Inicialmente, a operação anunciada em março previa R$ 50 bilhões em ativos, descontados R$ 23 bilhões considerados de baixa liquidez ou problemáticos. No entanto, nas tratativas finais com o Banco Central, o BRB ficará com R$ 25 bilhões em ativos, enquanto R$ 48 bilhões ficaram fora do negócio.
No 1º trimestre de 2025, o Banco Master registrou lucro líquido de R$ 57,7 milhões, segundo informações do sistema IFData, do Banco Central, uma queda de 3% em relação ao mesmo período do ano passado.
🏦 A carteira de crédito encerrou março em R$ 25,8 bilhões, alta de 24% em 12 meses. Os ativos chegaram a R$ 87 bilhões, frente a R$ 41,8 bilhões um ano antes, enquanto o passivo subiu de R$ 39 bilhões para R$ 83 bilhões. O patrimônio líquido avançou 59%, alcançando R$ 3,5 bilhões.
O índice de Basileia do banco ficou em 10,5% no fechamento de março, estável em relação a 2024. O indicador, que mede a capacidade da instituição de expandir crédito sem comprometer a solvência, exige nível mínimo de 11% conforme regra do BC.
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Segundo o banco, não houve até agora qualquer comunicação ou determinação para aporte de capital por parte do BC.
BRB ainda calcula prejuízos, mas diz que o governo do DF pode ajudar a cobrir eventuais perdas.
O banco anunciou dois novos diretores e trocou o comando da sua DTVM e financeira.
Apelo é para que o Poder Judiciário preserve a autoridade técnica das decisões do BC.
Ministro do STF disse que discutiu as sanções da Lei Magnistky com o presidente do BC.
A Fitch rebaixou os ratings do Banco de Brasília, devido aos riscos deflagrados pelo caso Master.
O BRB chegou a investir mais de R$ 12 bilhões no Master, em operações com indícios de fraude.
O governador do DF indicou dois nomes diferentes para a presidência do BRB após a operação.
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