BRB aciona STF para liberar recursos de carteiras do Master que estão bloqueados
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
O Banco de Brasília (BRB-BSLI4) foi autorizado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, a adquirir o Banco Master. O projeto de lei aprovado prevê a compra de 58% do capital social do Master, sendo 49% em ações ordinárias e 100% em ações preferenciais.
💰 A proposta será encaminhada ao governador Ibaneis Rocha para sanção, mas a transação só será concluída com o aval do Banco Central. Segundo fato relevante, o BRB afirmou que a incorporação do Banco Master faz parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento de atuação no setor financeiro.
Inicialmente, a operação anunciada em março previa R$ 50 bilhões em ativos, descontados R$ 23 bilhões considerados de baixa liquidez ou problemáticos. No entanto, nas tratativas finais com o Banco Central, o BRB ficará com R$ 25 bilhões em ativos, enquanto R$ 48 bilhões ficaram fora do negócio.
No 1º trimestre de 2025, o Banco Master registrou lucro líquido de R$ 57,7 milhões, segundo informações do sistema IFData, do Banco Central, uma queda de 3% em relação ao mesmo período do ano passado.
🏦 A carteira de crédito encerrou março em R$ 25,8 bilhões, alta de 24% em 12 meses. Os ativos chegaram a R$ 87 bilhões, frente a R$ 41,8 bilhões um ano antes, enquanto o passivo subiu de R$ 39 bilhões para R$ 83 bilhões. O patrimônio líquido avançou 59%, alcançando R$ 3,5 bilhões.
O índice de Basileia do banco ficou em 10,5% no fechamento de março, estável em relação a 2024. O indicador, que mede a capacidade da instituição de expandir crédito sem comprometer a solvência, exige nível mínimo de 11% conforme regra do BC.
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O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
A discussão ocorre em momento delicado para o BRB, que enfrenta dificuldades após a crise do Banco Master.
A Caixa Econômica Federal estaria negociando a compra de carteiras de crédito do BRB, segundo reportagem de O Globo.
O risco apontado é que esses papéis possam ser cancelados para absorver prejuízos, o que implicaria perda integral para o investidor.
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