Braskem (BKMR5): Cade prorroga análise sobre transferência do controle à IG4
Pela regra, a SG dispõe de até 240 dias (oito meses), contados da notificação, para concluir a análise.
✅ Com a mídia especializada repercutindo aos quatro ventos nesta sexta-feira (23) que o megainvestidor Nelson Tanure, conhecido por lucrar com empresas em crise, planeja ser o acionista majoritário da Braskem (BRKM5), a petroquímica confirmou oficialmente que o interesse é verdadeiro.
Isso porque a Braskem solicitou informações do seu atual acionista majoritário votante em assembleia, a Novonor S.A. (antiga Odebrecht), que ostenta 50,11% das ações ordinárias (BRKM3).
Então, a empreiteira sinalizou que foi procurada pelo fundo de investimento multiestratégia, detido por Nelson Tanure, cujo interesse é adquirir a posição acionária com poder de voto nas assembleias de acionistas da petroquímica.
Entretanto, para que Nelson Tanure se torne titular indireto de participações societárias na Braskem, a sua proposta continua sujeita a avaliações e confirmações usuais em transações dessa natureza e segue sob análise da Novonor.
Dentre outras condições às quais a proposta de Tanure está sujeita, destacam-se:
Conforme a correspondência recebida pela Braskem, a empreiteira se comprometeu a informar à petroquímica sobre eventuais avanços materiais nas discussões relacionadas à proposta de Tanure para poder adotar as providências cabíveis em observância à lei societária e regras de governança aplicáveis.
➡️ Leia mais: Braskem (BRKM5) sobe 10% com possível compra do megainvestidor Nelson Tanure
Pela regra, a SG dispõe de até 240 dias (oito meses), contados da notificação, para concluir a análise.
Segundo o Citi, a recente alta das ações não condiz com o cenário mais adverso da indústria petroquímica global.
A Braskem negou ter deixado de pagar uma dívida de R$ 3,6 bi ao BB em 2025.
As ações da Braskem dispararam e atingiram a máxima em 8 meses com o avanço do projeto.
Até o momento, nenhum acordo foi fechado, seja em relação às propostas apresentadas ou a qualquer outra transação.
O foco está voltado para o mês de janeiro de 2026, quando a companhia terá que desembolsar aproximadamente US$ 130 milhões.
A fala ocorre em meio às negociações entre a Petrobras, a Novonor e a IG4 Capital, que representa os bancos credores.
A Braskem publicou um comunicado ao mercado negando as informações sobre um suposto processo de venda.
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