Ouro e prata derretem até 25% em apenas 1 dia, arrastando ETFs e mineradoras
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
💰 Na última quarta-feira (26), a Aura Minerals (AURA33) informou ao mercado a aprovação do pagamento de dividendos trimestrais e a divulgação de seus resultados financeiros consolidados auditados relativos ao ano de 2024.
Foi aprovado o pagamento de US$ 0,25 por ação ordinária, o que equivale a cerca de US$ 18,30 milhões no total, como forma de remuneração aos acionistas, relativo aos resultados financeiros do 4º trimestre de 2024.
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O valor divulgado excedeu o mínimo definido na Política de Dividendos da empresa, que determina a distribuição de 20% do Ebitda ajustado trimestral, após a dedução das despesas de capital de sustentação e dos investimentos em exploração.
🤑 Com isso, terão direito ao pagamento os acionistas que detiverem ações da Aura Minerals ao término do pregão de 6 de março de 2025. Já o pagamento será realizado em duas fases:
Em 2024, a Aura Minerals alcançou um Ebitda ajustado de US$ 267 milhões, superando em mais de 100% o valor de 2023, impulsionado pelo aumento da produção e pela valorização do preço médio do ouro, que se manteve próximo de US$ 2.400 por onça troy ao longo do ano.
💲 A produção total em 2024 foi de 267.232 onças de ouro equivalente, representando um crescimento de 13,00% em relação ao ano anterior, considerando os preços correntes dos metais. Ajustada por preços constantes, a produção cresceu 18% na comparação anual.
No quarto trimestre de 2024, a produção atingiu 66.473 GEO – mantendo o mesmo nível do trimestre anterior, com destaque para a mina Almas, que ultrapassou sua projeção anual, produzindo 54.000 onças com um AISC de US$ 1.138/oz.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
O pagamento será efetuado em 21 de novembro de 2025
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