Apple ignora rivalidade e elege Gemini para atualização da Siri

Parceria mira integração de IA avançada no Apple Intelligence, com foco em personalização ainda em 2026.

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Publicado em 12/01/2026 às 17:42h - Atualizado 9 horas atrás Publicado em 12/01/2026 às 17:42h Atualizado 9 horas atrás por Wesley Santana
Apple é uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo (Imagem: Shutterstock)
Apple é uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo (Imagem: Shutterstock)

A Siri foi uma das primeiras assistentes de voz lançadas em larga escala no mundo. No entanto, com o passar do tempo, outras tecnologias foram apresentadas por empresas rivais e acabaram deixando a IA da Apple (AAPL34) em escanteio.

E é justamente em uma dessas tecnologias que a big tech aposta para tentar entregar mais valor ao usuário por meio da Siri. A empresa de Cupertino fechou um contrato com o Google para usar modelos de IA do Gemini nas próximas atualizações da tecnologia que vem embarcada em dispositivos como o iPhone.

“Depois de uma avaliação cuidadosa, a Apple determinou que as tecnologias de inteligência artificial do Google fornecem as bases mais competentes para os Foundation Models da Apple. A empresa está animada sobre as experiências inovadoras que a IA vai permitir aos usuários da Apple”, diz comunicado divulgado nesta segunda (12).

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Os rumores sobre essa parceria vêm sendo ventilados já há alguns meses, especialmente depois que fontes internas disseram que o Gemini apresentou melhor desempenho em testes feitos pela Apple. Desde junho de 2024, a Apple vem dizendo que deve entregar versões mais completas da Siri com o Apple Intelligence.

“Apple e Google firmaram uma colaboração de vários anos, na qual a próxima geração dos modelos Apple Foundation será baseada nos modelos Gemini do Google e na tecnologia em nuvem. Esses modelos ajudarão a impulsionar os futuros recursos do Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada que chegará este ano”, continua o anúncio.

Não foram divulgados mais detalhes dessa parceria, nem sequer o valor envolvido neste negócio. No entanto, estima-se que ao menos R$ 1 bilhão estaria na mesa para essa colaboração entre duas das maiores empresas de tecnologia do mundo.