2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
A Americanas (AMER3) pediu à Justiça para realizar uma reunião com os seus credores antes da assembleia que deve analisar sobre o plano de recuperação judicial da companhia. O objetivo seria apresentar e tirar dúvidas sobre o novo plano.
🧾 Em petição enviada à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, a Americanas pede que a reunião seja realizada de forma virtual na próxima terça-feira (12). Isto é, uma semana antes da data marcada para a assembleia geral de credores da companhia, 19 de dezembro.
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Segundo a Americanas, a reunião serviria para a apresentação do aditivo ao plano de recuperação judicial originalmente proposto pela companhia e para o esclarecimento de dúvidas. A companhia garantiu acesso restrito aos credores.
🗨️ Na petição, a varejista argumenta que o objetivo seria "apresentar os termos do seu plano/aditivo [aos credores], com vistas a elucidar eventuais dúvidas e permitir que os mesmos estejam melhor informados acerca das condições de pagamento dos seus créditos, contribuindo para uma deliberação ainda mais consciente e produtiva sobre os termos do plano/aditivo durante a assembleia geral de credores".
A assembleia de credores da Americanas foi mantida no dia 19 de dezembro, com segunda convocação para 22 de janeiro de 2024, mesmo depois de o Banco Safra ir à Justiça contra o plano de recuperação judicial da Americanas.
O Safra fala em fraudes e irregularidades no plano, além de uma tentativa de aprovar o documento de forma "açodada" em busca de "benefícios tributários exclusivos para as Recuperandas e as Instituições Financeiras coniventes com a fraude".
🤝 A Americanas não comentou as acusações do Safra. Apenas pediu a reunião com os credores para o esclarecimento do novo plano de recuperação judicial. O plano foi atualizado depois que a varejista fez um acordo com outros bancos credores.
O acordo prevê uma capitalização de R$ 24 bilhões na varejista, sendo R$ 12 bilhões dos seus acionistas de referência e R$ 12 bilhões dos bancos credores que entraram no acordo.
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