Ações de petroleiras despencam; PRIO cai 6%

O Ibovespa, principal índice da B3, subia 0,50%, aos 131.945,45 mil pontos.

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Publicado em 03/04/2025 às 11:10h - Atualizado 14 horas atrás Publicado em 03/04/2025 às 11:10h Atualizado 14 horas atrás por Elanny Vlaxio
Os mercados lá foram também despencam (Imagem: Shutterstock)
Os mercados lá foram também despencam (Imagem: Shutterstock)

As ações das principais petroleiras da B3 despencam forte nesta quinta-feira (3) após o anúncio de tarifas de Donald Trump (Partido Republicano), presidente dos Estados Unidos. Além disso, o petróleo tipo Brent para entrega em junho recuava 4,98%, a US$ 69,95 por barril, na ICE (Intercontinental Exchange).

🚨 Por aqui, o Ibovespa subia 0,50%, aos 131 mil pontos. O cenário era o seguinte para as petroleiras:

Lá fora a queda também ganha destaque com: Dow Jones ( -3,53%), S&P 500 (-3,97%) e Nasdaq (-5,14%).

Até mesmo o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH), as principais criptomoedas, despencavam 5,76% e 6,92%, respectivamente.

"Caso o preço do Bitcoin dê continuidade à queda, o suporte de curto prazo está na faixa de preço de US$ 81.300 e o de médio prazo está na região de liquidez dos US$ 75.500. Já se o preço do Bitcoin romper o suporte de médio prazo acima citado, o ativo poderá buscar como alvo da queda a região de preço dos US$ 69.900", analisou Ana de Mattos, Analista Técnica e Trader Parceira da Ripio.

Bancão fez novas recomendações

Vale citar que um dia antes da confirmação das tarifas de Trump o Goldman Sachs elevou o preço-alvo das ações da PETR4 e cortou recomendação para a PRIO3 e a BRAV3. Para a Petrobras, os preços-alvo das ações ordinárias e preferenciais sofreram um aumento de 11% e 12%, respectivamente, chegando a R$ 44,80 e R$ 40,70.

📊 Para a Prio, a recomendação foi ajustada de compra para neutra. Apesar de reconhecerem que a Prio tem potencial para gerar um fluxo de caixa sólido em 2025, os analistas preveem uma queda de dois dígitos na produção de ativos maduros.

Em relação à Brava, a decisão foi justificada 'devido à sua maior sensibilidade aos preços mais baixos do petróleo'. Segundo os analistas, a empresa deve crescer menos no setor em 2025 e 2026.