Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🚀 O Bitcoin (BTC) voltou a tocar os US$ 99.207,33 na máxima desta quarta-feira (4), acumulando valorização acima de 3% nas últimas 24 horas, após entusiastas do mundo cripto repercutirem o anúncio do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump sobre colocar um homem amigável às criptomoedas para ser o maior regulador dos mercados em Wall Street.
Isso porque Trump publicou em sua rede social própria, a Truth Social, a nomeação de Paul Atkins para ocupar a chefia da SEC (Securities and Exchange Commission), uma agência americana independente semelhante à nossa CVM.
Esse órgão é responsável, por exemplo, por aprovar a listagem de novos ETFs e outros investimentos atrelados aos criptoativos nas bolsas de valores dos EUA. Atualmente, o valor de mercado das criptomoedas já vale US$ 3,6 trilhões, impulsionado pelos aportes maciços dos investidores institucionais (grandes bancos, empresas e gestoras de recursos), sendo um dos mais vocais a MicroStrategy.
Desde a vitória do republicano na eleição americana, Trump prometeu que em seu retorno à Casa Branca facilitará o caminho do Bitcoin e das altcoins (quaisquer criptomoedas que não são o BTC), e assim o mercado cripto constrói um rali altista a partir do último dia 5 de novembro.
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Voltando ao preço do Bitcoin, a maior criptomoeda do mundo em valor de mercado chegou a se aproximar do seu ATH (All Time High, sua maior cotação na história, na tradução ao português), que é de US$ 99.655,50.
Ou seja, com a construção da nova administração de Trump, que assume a presidência dos EUA a partir do dia 20 de janeiro de 2025, o BTC está muito perto da barreira psicológica dos US$ 100 mil, cujo valor de mercado é de quase US$ 2 trilhões.
🔮 Além disso, as altcoins também aproveitam a massiva entrada de liquidez no mercado cripto, como a Ethereum (ETH), a segunda maior criptomoeda do mundo, que se valorizava mais de 5% nas últimas 24 horas, cotada a US$ 3,820, dando fôlego a uma possível altseason.
Já entre as moedas baseadas em memes de internet (projetos altamente arriscados e sem função real), o destaque nas últimas horas ficava para Shiba Inu (SHIB), memecoin rival do Dogecoin (DOGE) apadrinhado pelo bilionário Elon Musk, que subia mais de 7%.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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