Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
⛽ O presidente da Petrobras (PETR3; PETR4), Jean Paul Prates, destacou a relevância do setor de petróleo e gás natural na transição energética global, durante a segunda participação na CeraWeek, em Houston (EUA), nesta segunda-feira (18). Ele enfatizou a importância de reduzir as emissões sem criar competição entre tecnologias.
Prates ressaltou a urgência de uma transição energética justa e gradual, adaptando tecnologias e fontes de energia às necessidades locais, especialmente em regiões com pobreza energética. Ele destacou a importância das soluções energéticas locais para reduzir as emissões, observando uma tendência nesse sentido.
“Vivemos num mundo de desigualdades e diferenças. Ainda enfrentamos a pobreza energética em muitos lugares. Por isso, devemos ser unânimes em buscar uma transição energética justa, que seja feita de forma gradual e responsável”, disse.
Além disso, Prates mencionou a necessidade de as empresas adotarem uma variedade de estratégias para enfrentar os desafios da transição energética, considerando suas competências técnicas, ativos existentes e condições sociais e econômicas das regiões em que atuam.
“Cada empresa precisará ponderar entre as suas competências técnicas, a sua base de ativos existentes e as dotações de recursos naturais e condições sociais e econômicas únicas das suas respectivas geografias de atuação para formular suas estratégias de participação na transição energética”, afirmou Prates.
O presidente da Petrobras também participou do encontro da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI), onde líderes das principais empresas do setor discutiram medidas para reduzir as emissões e promover a transição energética.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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