Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
🛢️ As ações da Petrobras (PETR4) fecharam em ligeira queda de −0,5% nesta sexta-feira (24), por volta de R$ 36,64 cada, pouco antes dos investidores tomarem ciência de que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) proferiu decisão que determina a unificação dos campos de Berbigão e Sururu, localizados na concessão BM-S-11A, no pré-sal da Bacia de Santos, operado pela estatal com 42,5% de participação.
Tal decisão de unificação decorre da análise dos planos de desenvolvimento revisados das jazidas, que foram enviados pela petroleira, na qualidade de operadora, à ANP em 2018.
Dessa maneira, a produção dos campos de Berbigão e Sururu estarão em um único complexo, majorando a alíquota aplicada no correspondente recolhimento de participação especial referente ao campo unificado, de forma retroativa à data de início da produção.
A decisão da ANP também determina a unificação das áreas referentes ao contrato de cessão onerosa do Bloco Entorno de Iara (Sul de Berbigão e Sul de Sururu; Norte de Berbigão e Norte de Sururu), operada pela PETR4 com 100% de participação. Todavia, neste caso, não há incidência de Participação Especial.
Por fim, foi determinada que a Superintendência de Participações Governamentais apure o valor de Participações Governamentais considerando os campos unificados.
A Petrobras avalia, no âmbito do consórcio, a adoção das medidas cabíveis nas esferas competentes. A companhia também avaliará os possíveis impactos nas suas demonstrações financeiras.
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Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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