Petrobras (PETR4) acha mais petróleo em águas ultraprofundas do Amapá
A estatal conclui perfuração na nova fronteira petrolífera brasileira, a Margem Equatorial.
A Petrobras (PETR4) negou nesta sexta-feira (1º) os rumores que apontavam para a redução dos investimentos previstos no seu plano estratégico, o que permitiria a distribuição de um volume maior de dividendos extraordinários.
⚠️ Em comunicado ao mercado, a estatal disse que "não são verdadeiras as declarações atribuídas erroneamente ao diretor-executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras, Fernando Melgarejo".
"Não houve qualquer declaração do diretor ou divulgação da companhia sobre mudanças significativas no próximo Plano Estratégico, incluindo aumento de dividendos extraordinários e redução de investimentos", declarou.
A Petrobras também lembrou que "eventuais decisões sobre pagamento de dividendos é competência do Conselho de Administração".
🗣️ Além disso, afirmou que "seu Plano Estratégico 2025-2029 está em elaboração" e que "qualquer informação acerca do volume de investimento ou distribuição de dividendos é meramente especulativa".
"O Plano será submetido à aprovação dos órgãos colegiados conforme sistemática de governança da companhia e tempestivamente comunicado ao mercado", concluiu.
Leia também: Foz do Amazonas: Petrobras (PETR4) não desiste e prepara resposta para o Ibama
A Petrobras deve apresentar o próximo plano estratégico, para o período 2025-2029, neste mês de novembro.
Em meados de outubro, circularam notícias de que a estatal pretendia cortar a previsão de investimentos do próximo ano, dos atuais US$ 21 bilhões para cerca de US$ 17 bilhões, ao apresentar o plano. Também falou-se que a companhia avaliava mudanças na sua política de distribuição de dividendos extraordinários.
A possibilidade de que a Petrobras reduzisse os investimentos do próximo ano fez o mercado elevar as projeções de dividendos extraordinários para 2025. Por isso, a negativa da Petrobras pressiona as ações da companhia nesta sexta-feira (1º).
Às 13h32, os papeis preferenciais da Petrobras desciam 0,70% e eram negociados por R$ 35,65 na B3. Já os ordinários caíam 0,92%, a R$ 38,70.
A estatal conclui perfuração na nova fronteira petrolífera brasileira, a Margem Equatorial.
O Itaú BBA projetou US$ 4,2 bilhões em dividendos da Petrobras no 3T26, a maior estimativa entre BTG, Safra e o próprio banco.
Só em petróleo, a estatal atingiu a marca de 2,8 milhões de barris diários no Brasil durante o trimestre.
CVM pediu esclarecimentos sobre a "eventual recomendação de compra" de Magda Chambriard.
O Goldman Sachs avaliou que a renovação do subsídio de R$ 2,12 por litro reduziu a necessidade de a estatal reajustar o diesel.
O índice brasileiro negocia na região dos 175 mil pontos, bem distante do pico ao redor de 210 mil pontos.
Enquanto o ouro negro já supera os US$ 113 por barril, o metal precioso quase perde os US$ 4 mil por onça.
A estatal liderou a valorização entre 19 petroleiras globais em outubro e virou a melhor ação não americana do setor no ano.
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