Petróleo reage ao fechamento parcial do Estreito de Ormuz pelo Irã
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras (PETR4) elege um novo Conselho de Administração nesta quarta-feira (16). A votação ocorre em assembleia de acionistas convocada para esta tarde e pode afetar o poder de influência da União nas decisões da estatal.
⛽ Estão em jogo oito dos 11 assentos do Conselho de Administração da Petrobras. Desses, seis são ocupados por membros indicados pela União no momento e os outros dois por acionistas minoritários.
Os minoritários, no entanto, querem ganhar mais espaço no board. Por isso, solicitaram a adoção de voto múltiplo na eleição desta quarta-feira (16).
Este mecanismo permite que os acionistas concentrem seus votos em determinados candidatos, em vez de votar em uma chapa fechada. Por isso, amplia as chances de os minoritários elegerem seus representantes.
O número de candidatos ao Conselho de Administração da Petrobras também mostra que a eleição será disputada. É que há 11 nomes para oito vagas, dos quais oito foram indicados pela União e três pelos acionistas minoritários.
Acionista controladora da Petrobras, a União recomendou a recondução de cinco dos atuais conselheiros da Petrobras:
A União, por outro lado, não propôs a reeleição do atual conselheiro Vitor Saback, que recentemente deixou a Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia para assumir a presidência da Paranapanema (PMAM3).
Em vez disso, o governo federal indicou três novos nomes para o board. São eles:
Já os acionistas minoritários pediram a recondução de dois dos atuais conselheiros independentes da Petrobras:
Além disso, os minoritários indicaram um novo nome para o Conselho de Administração da Petrobras:
Vale lembrar, no entanto, que um desses candidatos pode ter vida curta se eleito para o board: Pietro Mendes. Afinal, o governo federal já indicou o atual presidente do Conselho de Administração da Petrobras para uma diretoria da ANP (Agência Nacional de Petróleo).
Na época da indicação, em dezembro de 2024; circularam rumores de que Bruno Moretti assumiria o comando do board com a saída de Pietro Mendes. A nomeação de Mendes para a ANP, no entanto, ainda depende de aprovação do Senado Federal.
É importante ressaltar ainda que, quando um dos eleitos por voto múltiplo deixa o board, todos os outros conselheiros escolhidos dessa forma também devem ser submetidos a uma nova votação.
🧑💼 É por isso que só 8 dos 11 assentos do Conselho de Administração da Petrobras estão em jogo hoje. Esses assentos foram ocupados na eleição por voto múltiplo que havia reconduzido Jean Paul Prates para o board em 2024, antes de ele ser demitido pela União.
Na ocasião, outros três conselheiros foram eleitos por voto em separado para um mandato que só se encerra em 2026. Por isso, seus assentos estão garantidos até o próximo ano e, por isso, não estão na pauta da assembleia desta quarta-feira (16). São eles:
A Assembleia Geral convocada pela Petrobras para esta quarta-feira (16) ainda vai deliberar sobre as contas da empresa em 2024. Por isso, pode trazer outra notícia de interesse dos investidores: a confirmação dos R$ 9,1 bilhões em dividendos anunciados em fevereiro.
💰 O provento foi aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras em 26 de fevereiro, mas devem ser confirmados na assembleia de acionistas.
Se aprovados, serão pagos de acordo com a posição acionária desta quarta-feira (16). Dessa forma, as ações da Petrobras serão negociadas na condição de ex-dividendos já a partir desta quinta-feira (17).
Segundo a estatal, o dividendo corresponde a um valor de R$ 0,70954 por ação e será pago em duas parcelas iguais de R$ 0,3547 cada nos dias 20 de maio e 20 de junho de 2025.
A rota marítima concentra 20% das exportações mundiais de petróleo, vital para países árabes.
A Petrobras realiza o pagamento de dividendo bruto de R$ 0,472 por ação, tanto para os papéis ordinários quanto para os preferenciais.
JCP sobe para R$ 0,480 por ação e será pago em duas parcelas.
Para analistas, baixa do petróleo e alta dos investimentos devem pressionar proventos.
A estatal produziu 3,109 milhões de boe/d no 4T25, volume praticamente estável ante o trimestre anterior, com recuo de 1,1%.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
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