Bitcoin entra no 'top 10%' mais barato da história e BTG vê oportunidade rara
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
🗓️ Nesta semana, a Volatility Shares lançou os primeiros ETFs de futuros de Solana (SOL) nos Estados Unidos, fundos de índices listados na bolsa de valores de tecnologia Nasdaq no último dia 20 de março.
Embora esse fato possa parecer distante da realidade dos entusiastas de criptomoedas aqui no Brasil, o especialista em ativos digitais André Franco, e também CEO da Boost Research, explica que Solana, a rede blockchain que tem sido a queridinha nos lançamentos de novos projetos, conseguiu marcar um golaço em Wall Street com esses ETFs de futuros.
O Volatility Shares Solana ETF (SOLZ) acompanha os futuros de Solana, enquanto o Volatility Shares 2x Solana ETF (SOLT) oferece retornos alavancados de duas vezes, marcando a estreia de produtos do gênero no mercado americano após os futuros de Solana começarem a ser negociados na Coinbase (COIN), e no CME Group (CME).
Diferentemente do mercado à vista a que os investidores iniciantes estão mais habituados, o mercado de futuros permite que sejam feitas operações mais sofisticadas envolvendo contratos dos mais diferentes tipos de investimentos, incluindo criptomoedas.
➡️ Leia mais: O que são ETFs? E como eles funcionam?
Por exemplo, considere que você se compromete a comprar um contrato de Solana a um preço específico num momento futuro. Estes contratos de derivados são negociados via fundos negociados em bolsa (ETFs) de futuros de SOL, proporcionando um método regulamentado de investimento na altcoin (quaisquer criptomoedas que não sejam o Bitcoin) utilizando uma conta de corretagem.
Justin Young, CEO da Volatility Shares, destacou que esses ETFs seguem o modelo de seus predecessores de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), aproveitando a experiência da empresa em produtos alavancados.
⚽ "Vale lembrar que o ETF de futuro é bem pior do que o ETF à vista. Mas, dado o cenário que já aconteceu nos EUA, de que primeiro teria o ETF de futuros para ser negociado para depois do spot, esse evento da semana pode ser visto como um golaço para os ETFs de Solana", afirma André Franco ao Investidor10.
Todavia, o preço da criptomoeda Solana (SOL) nesta sexta-feira (21) operava perto da estabilidade por volta das 20h (horário de Brasília), negociado por US$ 127,83 cada e com valor de mercado total de US$ 65,2 bilhões. A altcoin SOL acumula um desconto de −56% ante a sua máxima de US$ 294,33 registrada no último dia 19 de janeiro.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
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