Cury (CURY3) fecha 2025 com recordes e vira aposta da XP para 2026
A XP destacou que a empresa deve reportar os melhores números de sua trajetória histórica nas próximas semanas.
🚨 A XP Investimentos (XPBR31) acredita que a Cury Construtora (CURY3) deve estrear no Ibovespa a partir de setembro deste ano.
O movimento faria da empresa uma das “novatas” da principal carteira teórica da Bolsa brasileira, ocupando espaço que será deixado por outras companhias.
Segundo a análise da XP, as ações da Cury podem entrar no índice em substituição aos papéis da Petz (PETZ3) e da São Martinho (SMTO3), que devem ser excluídos da nova composição por conta do critério de negociabilidade — um dos principais requisitos para a permanência de um ativo no Ibovespa.
A nova carteira do Ibovespa será válida entre 1º de setembro e 30 de dezembro de 2025. Antes disso, a B3 (B3SA3) divulgará três prévias de composição nos dias 1º, 18 e 28 de agosto.
Essas prévias ajudam a indicar quais ações devem entrar ou sair do índice com base nos critérios técnicos avaliados.
Atualmente, o Ibovespa reúne 86 ativos de 83 empresas. A inclusão ou retirada de um papel não depende do desempenho financeiro da companhia, mas de critérios como liquidez, volume de negociação e presença constante nos pregões da B3.
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Para que uma ação integre o Ibovespa, ela precisa atender aos seguintes critérios:
No caso da Cury, a XP aponta que a ação atende a todos os requisitos exigidos e que seu volume de negociação tem crescido de forma consistente — o que pode justificar a entrada na carteira.
Fundada em 1962, a Cury atua no setor de construção civil com foco em empreendimentos populares e de médio padrão, especialmente ligados ao programa Minha Casa, Minha Vida.
A empresa passou a ser listada na B3 em 2020 e, desde então, vem ganhando relevância no mercado acionário brasileiro, com resultados operacionais positivos e boa geração de caixa.
A entrada da Cury no Ibovespa seria um marco para a companhia, pois traria maior visibilidade, aumento na liquidez e, potencialmente, maior demanda por parte de investidores institucionais, como fundos que replicam o índice.
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A inclusão em índices de grande relevância como o Ibovespa tende a gerar um movimento positivo para as ações.
Além do efeito institucional, que amplia a exposição do papel, muitos fundos passivos e ETFs que seguem o índice são obrigados a ajustar suas carteiras, comprando os ativos recém-incluídos.
📈 A confirmação oficial das alterações será feita pela B3 apenas no fim de agosto, mas, segundo a XP, os sinais são claros: a Cury pode estar prestes a conquistar seu espaço no principal índice da Bolsa brasileira.
A XP destacou que a empresa deve reportar os melhores números de sua trajetória histórica nas próximas semanas.
Empresa também ficou oferta de ações em R$ 35,50, valor que será usado para pagar proventos.
A escolhida do banco para dezembro foi a Cury, que vem chamando a atenção após acumular uma valorização de 140,17% ao longo de 2025.
A operação envolve a emissão de 16,2 milhões de ações, o que representa uma potencial diluição de cerca de 6% na base acionária da companhia.
Companhia pretende pagar até R$ 573 milhões em dividendos até o final de 2025.
A Cury (CURY3) aprovou a distribuição de R$ 250 milhões em dividendos intercalares.
Os principais indicadores operacionais apresentaram desempenho positivo, com destaque para o Valor Geral de Vendas (VGV), que também avançou 27%.
Investidores elegíveis à distribuição de proventos verão o dinheiro cair na conta no próximo dia 7 de outubro.
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