Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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Nesta quinta-feira (22), o presidente Donald Trump lançou oficialmente o Conselho da Paz. O líder dos Estados Unidos diz que a iniciativa tem o objetivo de acabar com a guerra no Oriente Médio e dar uma solução para a Faixa de Gaza.
A oficialização do projeto foi realizada durante o Fórum Econômico Mundial, que acontece em Davos, na Suíça. Durante seu discurso, Trump descartou a tese de que o conselho foi criado para substituir a ONU (Organização das Nações Unidas).
“Acho que podemos ampliar e expandir os objetivos do Conselho da Paz após obtermos sucesso em Gaza”, disse o chefe da Casa Branca. “Quando este conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente qualquer coisa em conjunto com as Nações Unidas. Sempre disse que a ONU tem um potencial tremendo”, completou.
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Cerca de 1,3 mil pessoas participaram do evento em que Trump discursou, uma plateia formada por jornalistas, líderes políticos, empresários e simpatizantes. Entre os aliados políticos estavam os presidentes Javier Milei (Argentina) e Viktor Orbán (Hungria), além de representantes de diversos países.
No total, cerca de 35 chefes de Estado já aceitaram formalmente participar do Conselho da Paz, depois de um convite enviado por Washington. O presidente brasileiro, Lula, foi um dos convidados, mas ele ainda não respondeu oficialmente, junto com os líderes de países como China, Reino Unido, Alemanha e outros.
Embora tenha afastado a ideia de substituição da ONU, Trump aproveitou seu discurso para dizer que a entidade falhou em encerrar conflitos mundiais recentes. “Acho que eles tentaram”, comentou ele, acrescentando que o órgão terá papel dentro do novo conselho.
No convite enviado aos países, a Casa Branca detalhou como será o funcionamento do Conselho da Paz. O presidente do órgão será o presidente Trump, que poderá atuar mesmo sem estar à frente do governo norte-americano.
A troca do comando só será feita caso ele, pessoalmente, opte por renunciar ao cargo de presidente do “Conselho Executivo Fundador”. Na hipótese de que ele não seja reeleito para a Casa Branca, o próximo governo terá o poder de indicar um representante para a entidade.
De maneira estrutural, diferente do que acontece no Conselho de Segurança da ONU, em que a Rússia também tem poder de veto, no caso da nova iniciativa, apenas os EUA poderão barrar alguma proposta.
Isso acendeu o alerta em diversas autoridades estrangeiras, inclusive o presidente Lula, que temem uma concentração excessiva de poder nas mãos de uma única figura. Isso porque, além do poder de veto, são os EUA que escolhem os membros do Conselho.
Ao menos 35 países já confirmaram que aceitaram o convite e, portanto, farão parte do conselho criado por Trump. Não há informações exatas de quantas nações receberam o convite, mas fontes de dentro do governo disseram à imprensa que cerca de 50 líderes mundiais receberam a carta enviada pela Casa Branca.
Dentre os convidados, os seguintes países confirmaram presença dentro do novo organismo:
Segundo as regras criadas, para participar de uma cadeira vitalícia no novo conselho, os países devem fazer uma contribuição de US$ 1 bilhão. A Rússia foi um dos primeiros países a considerar essa possibilidade e informou que deve pagar a quantia.
Segundo o presidente Vladimir Putin, o valor seria viabilizado pelos ativos russos que estão congelados em decorrência da guerra na Ucrânia. "A Rússia está pronta para mandar US$ 1 bilhão para ajudar o povo palestino no âmbito do 'Conselho de Paz’”, escreveu o líder.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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