BRB aciona STF para liberar recursos de carteiras do Master que estão bloqueados
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
🚨 As ações do Banco de Brasília – BRB (BSLI4) despencaram nesta quinta-feira (4) após o Banco Central rejeitar a compra do Banco Master, anunciada em março deste ano.
O movimento derrubou os papéis ordinários (BSLI3) em 10,84%, cotados a R$ 9,41, e os preferenciais (BSLI4) em 11,13%, a R$ 10,20. Na mínima do dia, chegaram a recuar 16%.
O tombo ocorreu em um pregão no qual o Ibovespa (IBOV) operava em alta de 0,31%, mostrando que a queda foi exclusivamente ligada ao caso.
Em comunicado, o BRB informou que o BC indeferiu o pedido de aquisição de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master.
A instituição disse que solicitou acesso à íntegra da decisão para avaliar os fundamentos e examinar as alternativas cabíveis.
O banco reiterou ainda que a transação “representava uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional”.
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O negócio vinha sendo alvo de questionamentos no mercado. Isso porque tanto o BRB quanto o Master têm porte semelhante, o que levantou dúvidas sobre sinergias e riscos de concentração.
Outro ponto sensível era o modelo de financiamento agressivo do Banco Master, com forte expansão nos últimos anos baseada em operações de dívida de alto rendimento.
Analistas avaliavam que a incorporação poderia elevar o risco do BRB em um momento de maior cautela no setor financeiro.
📉 A decisão do BC frustra a estratégia de expansão do BRB, que via no acordo uma forma de ampliar sua presença no mercado nacional além do Distrito Federal.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
A discussão ocorre em momento delicado para o BRB, que enfrenta dificuldades após a crise do Banco Master.
A Caixa Econômica Federal estaria negociando a compra de carteiras de crédito do BRB, segundo reportagem de O Globo.
O risco apontado é que esses papéis possam ser cancelados para absorver prejuízos, o que implicaria perda integral para o investidor.
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